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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Notícias da Autarquia de Lamego


Ateliês dedicados ao barro e à fotografia novidades do Verão Desportivo16 Jun. 11

Este ano, o Verão em Lamego vai rimar com desporto, lazer e diversão. Durante as próximas férias escolares, as crianças e jovens do concelho vão ter a oportunidade de fazer parte de um vasto leque de actividades que visam a ocupação saudável dos seus tempos livres. De 27 de Junho a 22 de Julho, o projecto Verão Desportivo promete proporcionar momentos únicos de camaradagem e amizade. As inscrições já estão abertas.

Organizada pela Câmara Municipal de Lamego, em parceria com a Lamego ConVida EEM, a edição deste ano do Verão Desportivo estende-se a vários locais da cidade: Pavilhão Álvaro Magalhães, Escola Secundária de Latino Coelho, Piscinas Municipais Cobertas e Descobertas, Teatro Ribeiro Conceição e Biblioteca Municipal. Nestes recintos, durante todas as semanas vão decorrer muitas iniciativas de elevado valor educativo e cultural. Nesta edição, estão garantidas algumas novidades: a realização de uma oficina dedicada ao barro e de um ateliê de iniciação à fotografia, bem como uma visita guiada ao renovado Parque Biológico da Serra das Meadas.

Por tudo isto, não faltam motivos para os lamecenses inscreverem os seus filhos neste projecto, cujo corpo técnico será composto por monitores que asseguram um acompanhamento personalizado. O montante a despender por semana para quem quer fazer parte do Verão Desportivo é 25€ (2 refeições) ou 40€ (3 refeições), valor que inclui o seguro de acidentes pessoais.




quinta-feira, 16 de junho de 2011

plantas toxicas

Palma Christi


Nome Botanico: Ricinus communis L
Familia: Euforbiáceas

Sinonimos - mamoneira, palma-Christi, carrapateiro e rícino

Partes Utilizadas - Óleo das sementes e as flores.

Descrição : Caracteriza-se por folhas grandes palmadas e frutos rodeados de espinhos e contendo três sementes em seu interior. Também conhecida como mamoneira, palma-Christi, carrapateiro e rícino.

Propriedades : Vermífugo, purgante (uso interno), emoliente e cicatrizante (uso externo).

Indicações : Combate a parasitos intestinais e externamente é usado para combater eczemas, herpes, erupções, feridas, queimaduras e calvície.

Principios Ativos : Alcalóides (ricinina), glucoproteína (ricina).

Toxicologia : ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito. (15 sementes).

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

ALERTAS:
1 - As plantas e ervas medicinais, mesmo sendo medicamentos naturais, podem intoxicar, cegar, provocar coma e até matar!
2 - Todas as plantas têm mais de um princípio ativo. Algum dos princípios ativos pode ser contra indicado para o usuário.
3 - As informações deste site têm apenas os fins de pesquisa e de informação educacional. Elas não devem ser usadas para diagnosticar, tratar, curar, mitigar ou prevenir qualquer doença muito menos substituir cuidados médicos adequados.
4 - Consulte sempre um especialista!
5 - Tome cuidado especial ao manusear ervas e mantenha-as longe das crianças.



Boldo-do-Chile


Descrição
Boldo-do-Chile é uma árvore arbustiva, de crescimento lento, nativa da região dos Andes do Chile e Peru, pode atingir mais de 10 metros de altura, possui folhas grossas de sabor amargo que resistem a verões secos e invernos frios e chuvoso. O Boldo-do-Chile também pode ser encontrado como vegetação nativa no Marrocos e é atualmente cultivado em vários países como Itália, Brasil e norte da África. Produz pequenos frutos redondos e esverdeados, comestíveis e sabor agradável.

Indicações
Na medicina popular, o Boldo-do-Chile é indicado para inúmeras situações. Principalmente, age positivamente em problemas na vesícula biliar e fígado, atuando como um desintoxicante. Pode auxiliar nos problemas de pedras na vesícula biliar. Outros usos medicinais incluem: antiparasitário, anti-inflamatório, estimula a digestão, para casos de distúrbios do sono, problemas de flatulência, vermífugo, auxilia na diminuição dos níveis de colesterol, entre outros.

Nome em inglês: Boldo




BOLDO EM EXCESSO FAZ MAL

Botânica Maria do Carmo de Caldas estudou o efeito do extrato de folhas e raízes da planta em camundongos. O resultado é que, em sete dias, animais tiveram a função hepática comprometida
Chá de boldo em excesso pode fazer mal à saúde. A constatação foi feita pela pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) Maria do Carmo de Caldas, que encontrou efeitos tóxicos em extratos produzidos com folhas e raízes do boldo nacional. Os testes foram realizados em camundongos (ratos de laboratório), que tiveram rins e fígados afetados. O estudo serve de alerta para os que costumam tomar o chá da planta por tempo prolongado.
Professora de botânica e bióloga, Maria do Carmo de Caldas produziu extratos hexânicos, acetônicos, clorofórmicos, metanólicos e aquosos a partir de raízes, caules e folhas de plantas coletadas na Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária (IPA), no Bongi, Zona Oeste do Recife. As partes do boldo do Brasil, conhecido pelos cientistas como Plectranthus barbatus, foram desidratadas em temperatura ambiente. “Utilizei solventes de várias polaridades para comparar os resultados. Incluí a água na lista por causa do uso popular em fazer o chá com as folhas”, explica.Ela verificou que os extratos das folhas produzidos com água, como o chá, e das raízes, obtidos a partir do metanol, causaram inflamações e edema generalizado no fígado, afetando a função hepática dos ratos em sete dias.

“No caso dos rins, foram constatadas diminuição do espaço urinário e redução do lúmem dos capilares urinários, o que levaria a insuficiência renal nos animais. Não havia nenhuma publicação na literatura científica que indicasse essa característica do boldo. Por isso, recomendo a utilização cautelosa da planta na forma de chás, devendo ser evitado o uso freqüente e por tempo prolongado”, orienta a pesquisadora que fez da pesquisa tese de doutorado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ainda são realizados estudos para identificar as composições químicas dos extratos.

A professora analisou ainda a atividade antimicrobiana, com bactérias, fungos e leveduras, e a capacidade do material de matar células cancerígenas, como carcinoma de pulmão humano e tumor primário de laringe humana. Um tumor experimental de mama, chamado Sarcoma 180, foi implantado nos camundongos para verificar a atividade antitumoral dos extratos. Os testes de atividade mostraram que o extrato metanólico obtido das raízes do vegetal reduziu o tamanho dos tumores tratados em até 53%, mas não atingiu o percentual exigido pelo Instituto Nacional do Câncer, maior que 58%.
Os estudos foram iniciados durante visita da professora a Rio Formoso, no Litoral Sul do Estado, há sete anos.

Nome popular: BOLDO-DO-CHILE

Nome científico: Peumus boldus Molina

Sinonímia popular: Boldo chileno

Propriedades terapêuticas: Tônica, excitante, aperiente, digestivo, carminativo , diaforético, calmante, estomáquica, eupéptica, colagoga, colerética, diurética

Indicações terapêuticas: Afecções do fígado e do estômago, litíase biliar, cólicas hepáticas, hepatites, dispepsia, tontura, insônia, prisão de ventre, reumatismo, gonorréia, Dosagem indicada

Colecistites, eliminador de cálculo biliar (ácido úrico e oxalato de cálcio)

Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (sobremesa) de folhas picadas e adicione água fervente. Abafe por 20 minutos e coe. Tome 3 xícaras (chá) ao dia, sendo uma em jejum, e as demais 30 minutos antes das principais refeições.

Afecções gástricas, afecções hepáticas, afecções renais, inapetência

Coloque 3 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por 5 dias, agitando o líquido de vez em quando. Coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.

Insuficiência hepática, colecistites, cálculo biliar (ácido úrico ou oxalato de cálcio), inapetência

Coloque 2 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) de álcool de cereais a 70%. Deixe em maceração por 5 dias, mexendo de vez em quando. Coe. Tome 1 colher (café), diluído em um pouco de água, antes das principais refeições. Antes da utilização, colocar as doses diárias ao sol, para evaporar o álcool nelas contido.

Colecistites, cálculos biliares

Decocção: ferver 15g de folhas de boldo em 1 litro de água, por dois minutos. Coar, adoçar e beber duas xícaras (chá) por dia.

Vinho medicinal: macerar por três dias, 30g de folhas de boldo em um litro de marsala. Filtrar o líquido , colocá-lo em uma garrafa e consumir um calicezinho ao fim de cada refeição.

Boldo

Aspectos agronômicos

Deve-se plantar logo após a retirada do ramo ( pedaços de ramos de uma planta-mãe ) e, de preferência, em período chuvoso, para facilitar a pega. Na ausência de chuvas, regar ddiariamente até a pega, e depois mais espaçadamente. Não é exigente quanto a solos. As folhas já podem ser colhidas poucos meses após o plantio ( a cada 4 meses ). Durante a floração, as folhas perdem parte de suas propriedades terapêuticas, por isso devem ser colhidas antes desse período.
Parte usada: Folhas frescas.

Constituintes químicos

Óleo essencial rico em guaieno e fenchona; contém ainda barbatol, barbatesina, cariocal e barbatusol.

OBSERVAÇÃO

Não se deve confundir o nosso boldo-nacional, erva aromática de 60-80cm de altura, com o verdadeiro boldo-do-chile ( Pelmus boldus ), árvore originária do Chile, de mais de 8m de altura. O boldo-nacional possui as mesmas propriedades do boldo-do-chile.

Uso Fitoterápico

  • Afecções hepáticas ( hepatite, cólicas, congestões, etc )
  • Afecções febris
  • Afecções gástricas
  • Dispepsias
  • Flatulência
  • Obstipação
  • Inapetência
  • Cálculos biliares
  • Debilidade orgânica
  • Insônia
  • Ressaca alcóolica.

Outros usos

Das raízes de planta muito semelhante ( Coleus forskolli Briq. ) extrai-se o Forskollin , reagente empregado em técnicas farmacológicas especias.

Riscos

Pode produzir irritação da mucosa do estômago, se usado em doses elevadas. Parece apresentar efeito cardioativo.

Doses utilizadas

Uso interno

Chá por decocção, dosagem normal, atuando nas afecções hepáticas e vesiculares, e influenciando, assim, beneficamente a digestão. Sumo: amassar 2 folhas em 1 copo e completar com água . Tomar 2 a 3 vezes ao dia.

Uso externo

Chá por decocção, sob a forma de banhos, agindo como tranquilizante e proporcionando um sono reparador.

Tintura: 20g de planta fresca em 100mL de álcool. Tomar 20 a 40 gotas no momento do incômodo, ou até 3 vezes ao dia.

Bibliografia

Caribé,J.;Campos,J.M.Plantas Que Ajudam o Homem.São Paulo: Pensamento,11ªedição,1999.
Martins,E.R.;Castro,D.M.;Castellani,D.C.;Dias,J.E.Plantas Medicinais.Viçosa: UFV, 2000.

BOLDO BAIANO

Nome Científico: Vernonia condensata
Nome Popular: alumã, aluman, árvore do pinguço, boldo, boldo baiano, boldo japonês e cambara guaçu e assa peixe.
Família: Asteraceae

Boldo Baiano

Aspectos Agronômicos

Propaga-se por estacas ou sementes, em viveiros, com espaçamento de 4 X 5m. O solo pode ser seco, pobre em nutrientes, leve e bem drenado.

Quanto a exposição ao sol, a mesma deve ser plena, tem preferência por climas tropicais e subtropicais.

A colheita das folhas deve ser feita quando a árvore estiver cheia, na medida da necessidade, ao longo do ano. Já as raízes, podem ser colhidas em qualquer época do ano.

Parte Utilizada

Folhas e raízes.

Constituintes Químicos

  • taninos
  • óleo essencial
  • saponinas
  • flavonóides
  • lactonas sesquiterpênicas
  • glucosídeos esteroidais

Origem

África

Aspectos Históricos

Usado na medicina desde tempos coloniais, o assa peixe vem sendo estudado há décadas pelos pesquisadores. No ano de 2000, a Fundação Oswaldo Cruz, que testou a planta em ensaios de laboratório e em cobaias animais, comprovou os efeitos analgésico e antiinflamatório da erva, dando origem a um novo medicamento, ainda não disponível comercialmente.

Uso Fitoterápico

Tem ação

Antidiarréica, aperiente, colagoga, colerética, diurética, hepática, desintoxicante do fígado, depurativa, tônico hepático.

É indicada

  • ressaca alcoólica
  • bom funcionamento do fígado
  • estimular a secreção biliar
  • aliviar os sintomas da gripe
  • diarréia
  • cólicas
  • icterícia
  • abrir o apetite

Riscos

Outras espécies do gênero Vernonia não apresentaram nenhum efeito tóxico, exceto um glicosídeo cardiotônico encontrado nas raízes de uma das espécies na África. Não se aconselha o uso prolongado da planta. A mesma pode ser abortiva.

Dose Utilizada

Uso Interno

Infuso:5 folhas por litro d’água. Tomar pela manhã (para o fígado) ou após as refeições (contra diarréia).

Tintura: (aperiente) colocar 1 colher de folhas picadas para 1 xícara de álcool neutro 70º GL, deixar macerar por 3 dias. Tomar 1 colher (chá) da tintura dissolvida em água antes das refeições.

Maceração: 5 folhas em 1 copo d’água. Tomar 2 a 3 vezes ao dia (ressaca alcoólica), recomenda-se tomar antes e após a ingestão de bebidas alcoólicas.

Boldo

Principais Constituíntes

Boldina (alcalóide), boldoglucina (glucosído), óleo essencial, constituído por uma mistura de aldeído cumínico, terpineol, eugenol, éter acético, dois hidrocarburetos terpénicos e um sequiterpeno, menteno etc., ácido do cítrico, matérias mucilaginosas, resinosas etc.

Propriedades

Eupéptico, colagogo, diurético, laxativo, estomáquico, carminativo, hipnótico.

Indicações

Inapetências, embaraços gástricos, estimulando a digestão e combatendo a atonia gastrintestinal; empregado no tratamento da icterícia; útil na litíase biliar e nas afecções do fígado e do baço. Segundo alguns autores, é aconselhado contra insônia.

Fontes

Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais, René Morgan. Editora Hemus, 1994.
O totum em Fitoterapia, Jean-Luc Sallé. Editora Robe, 1996.

Boldo

Peumus boldus

  • Hepatoprotetor
  • Digestivo
  • Diurético
  • Colerético e colagogo

O boldo é um fitoterápico com propriedades estimulantes e tônicas, indicado no tratamento de doenças hepáticas e da vesícula biliar como hepatoprotetor, tônico das funções hepáticas e na constipação intestinal como laxativo.

O boldo ativa a secreção de saliva e do suco gástrico, com acentuada atividade colerética e colagoga.

Os princípios ativos encontrados no boldo são: Óleos voláteis (ascaridol), alcalóides (boldina, isoboldina, laurotetanina, laurolitsina e outros), taninos, Glicosídeos (boldoglicina), flavonóides (peumosídeo, boldosídeo, ramnetol, isorramenetol, kaempferol), farnesol, alfa e gama-terpinol, p-cimeno, eugenol e outros.

A boldina é considerada um dos principais ativos do boldo, e é responsável por sua ação colerética e colagoga (ela produz um aumento gradual no fluxo da bile e aumenta os sólidos totais da bile excretada), corrigindo a mádigestão.

Os glicosídeos flavônicos e a mistura de suas agliconas apresentam acentuada atividade espasmolítica.

O terpineol, um dos componentes do óleo essencial, é responsável pela ação diurética.

Devido à presença do ascaridol, o boldo chegou a ser indicado como vermífugo, porém essa indicação perdeu todo o valor, dado o número de agentes anti-helmínticos de baixa toxicidade disponíveis no mercado.

INDICAÇÕES

  • Má digestão
  • Afecções hepáticas
  • Cólica e litíase biliar (não complicada por obstrução)
  • Flatulência
  • Cálculos renais
  • Constipação intestinal
  • Reumatismo
  • Gota

CONTRA-INDICAÇÕES e PRECAUÇÕES

Grávidas, lactantes e crianças não devem fazer uso do produto sem orientação médica.

Contra-indicado em portadores de disfunção renal, oclusão das vias biliares e doenças graves do fígado (insuficiência hepática, hepatite crônica ativa, hepatite aguda)

Quando consumido em doses excessivas o boldo pode provocar alucinações cromáticas e auditivas, tonturas, vômitos, diarréias e até convulsões

DOSAGEM USUAL

Boldo do Chile Pó

3.000 a 6.000mg / dia , divididas em 3 tomadas às refeições (ou a critério médico)

Boldo

Nomes Populares

  • Boldo Chinês, Boldo Japonês em Pernambuco
  • Alcachofra no Ceará
  • Boldo Bahiano, Árvore do Pinguço em S. Paulo
  • Boldo Goiano em Minas Gerais
  • Carriconde, et al 1995 in Silva, E.B. da (1997).

Origem

Regiões do Mediterrâneo, sendo cultivada em todo sul da Europa, na Ásia Menor e ainda, na América do Sul e principalmente no Brasil.

Características Botânicas

  • Arbusto alto, muito ramificado, atingindo até 5m de altura
  • Folhas alternas, alongadas ou lanceoladas
  • Flores esbranquiçadas, reunidas em capítulos terminais, apresentando crescimento rápido (Carriconde et al., 1996).

Considerada durante muito tempo como uma hortaliça rara, é hoje abundantemente cultivada nas regiões Atlânticas com invernos suaves.Plantas de origem africana, adaptou-se bem aos climas quentes do Brasil; encontrada nas regiões do Nordeste (desde o Ceará até a Bahia), Centro-Oeste e Sudeste, estendendo-se até o Paraná

A alcachofra não é só uma planta alimentícia indicada para os diabéticos, mas também uma importante erva medicinal que recebeu dos médicos árabes medievais o nome de al – Kharsaf.

O nome genérico Cynara vem do latim canina, que se refere à semelhança dos espinhos que a envolvem com os dentes de um cachorro.

A parte empregada é a folha. Possui carboidratos (sacarose, frutose e ácido clorogênico). As folhas contém substâncias que apresentam atividades analgésicas, não apresentando efeito colateral e foi observada leve atividade sedativa, que parece estar disssociada da ação analgésica, como também atividades bactericida e fungicida, ainda não especificadas;

No gênero Vernônia muitas espécies contém substâncias tipo sesquiterpenolactonas. Possivelmente algumas destas substâncias podem ser observadas na espécie V. condensata. São ricas em saponinas principalmente nas entrecascas dos ramos; informação confirmada em testes realizados em Recife, nos laboratórios da UFPE (Carriconde, et al, 1995);

As propriedades terapêuticas desta planta são:

  • Analgésicas
  • Anti-ulcerogênica
  • Antibacteriana
  • Antifúngica
  • Colagoga/colérica
  • Carminativa

O sabor amargo auxilia no estímulo das funções hepáticas e vesiculares, melhorando a atividade estomacal, por isso chamada digestiva. Nenhuma ação tóxica foi encontrada na literatura consultada (Carriconde, et al, 1995 in Silva, E. B. da (1997).

Composição Química

Carboidratos

Sacarose, frutose e ácido clorogênico

Sesquiterpeno

Lactonas

Saponinas

Plantas africanas do gênero Vernonia são ricas em Saponinas, principalmente nas entrecascas dos ramos (testes rápidos realizados com Vernonia condensata, em Recife nos laboratórios da UFPE ).

Uso Fitoterápico

Colagoga, colerética, depurativa, diurética, laxativa, hipoglicemiante, reduz a taxa de uréia, reduz o colesterol sangüíneo.

É indicado: anemia, anúria, aterosclerose, cálculos da bexiga, para favorecer a secreção da bile, bócio exoftálmico.

Clorese, colagogo, convalescença, doenças do coração, debilidade geral, diabete melito, diarréia, dispepsia, diurese, escrofulose, febre, doenças do fígado.

Gota, hemofilia, hemorróidas, hidropisia, hipertensão arterial, hipertireoidismo, ictéria, inflamação em geral, malária, nefrolitíase, obesidade, pneumonia, doenças dos pulmões.

Raquitismo, cálculos nos rins, doenças nos rins, sífilis, tosse, toxemia, uremia, uretrite, doenças urinárias.

Farmacologia

Supõe-se que a cinarina seja a principal responsável pelas atividades colagoga e colerética da droga, provocando o aumento da secreção biliar.

O amargo (cinaropicrina) aumenta a secreção gástrica e sua acidez.

A cinarina (derivado da luteolina) abaixa a taxa de colesterol de maneira significativa através de uma estimulação metabólica enzimática. É utilizada para casos de hiperlipidemia e ateromatose interior dos tecidos adipóides.

A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo nas pessoas predispostas a desenvolverem litiase. O incremento da eficiência metabólica o fígado deve-se aos componentes polifenóicos que provocam a diminuição plasmática do colesterol.

A cinarina possui propriedades antihepatotóxicas, estimulando a função

Batata de Purga


Não usar em doses elevadas, pois a batata-de-purga, quando em altas doses, tem efeito venenoso.


Emprega-se como depurativo do sangue, e na leucorréia (corrimento branco da vagina ou do útero), na diarréia, disenteria, fraqueza em geral, diarréia infantil, no período da dentição.

Tem também propriedade de regularizar a menstruação. Actua sobre o aparelho gastrintestinal. Purgativo energético. Laxante nos casos de prisão de ventre. Nas moléstias da pele. Combate as enterites das crianças, além de prevenir a meningite.

Parte usada: Raiz, a fécula é vendida em farmácias como "goma de batata".

Este produto não substitui a orientação médica, no caso de persistência dos sintomas, um médico deverá ser consultado.

Cuidados na escolha das plantas

Na elaboração de um jardim, a escolha das espécies exige cautela e conhecimento. Algumas espécies, aparentemente parecem ser inofensivas, mas quando ingeridas ou em contato com a pele, causam sérias intoxicações e alergias. Algumas espécies contém substâncias nocivas à saúde de animais e seres humanos, podendo até ser fatais. Existem aproximadamente 400 espécies de plantas ornamentais tóxicas.

Segundo o Centro de Toxicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, o índice de óbitos por intoxicação de plantas é baixo, e quando acontece, na maioria dos casos, tem como responsáveis principais a Mamona (Ricinus communis), e a Mandioca-Brava (Manihot utilissima). Os acidentes mais frequentes dão-se devido a ingestão de espécies como a Trombeteira ou Saia-Branca (Brugmansia suaveolens), a Coroa-de-Cristo (Euphorbia milli), Comigo-Ninguém-Pode (Dieffenbachia maculata "Picta"), e a Espirradeira (Nerium oleander), que são espécies mais comuns nas casas.

A maior parte dos casos ocorrem com crianças com idade entre dois e sete anos, embora sejam também registrados casos com adultos e animais. Veja abaixo algumas precauções e outras espécies ornamentais tóxicas:

Precauções:

1. Ensine as crianças a não colocar plantas na boca;

2. Conheça as todas as plantas da casa, seu nome e características;

3. Não coma, nem faça chás de plantas desconhecidas;

4. Quando reformar ou fazer um jardim, informe-se sobre as espécies a serem utilizadas;

Algumas Espécies Ornamentais Tóxicas:

Jasmin Manga (Plumeria rubra)

Samambaia (Pteridium aquilinum)

Canela-de-Veado (Sessea brasiliensis)

Cambará (Lantana camara)

Cróton (Codiaeum variegatum "Blume")

Leiteiro Vermelho (Euphorbia cotinifolia)

Leiteiro Branco (Euphorbia leucochephala)

Avelós (Euphorbia tirucalli)

Batata do Inferno (Jathropha podagrica "Hook")

Avenca Japonesa (Nandina domestica)

Flamboyanzinho (Caesalpinea pulcherrima)

Espatódea (Sathodea capanulata)

Suína (Erythrina crista-Galli)

Botanical Garden Paisagismo



Copo de Leite

Originário da região sudoeste da África, em tempos remotos, o Copo-de-Leite se desenvolve em terreno lodoso, constitui-se de uma formação de coloração amarela bem vivo, envolto por um copo muito branco que se forma em inflorescências eretas e vistosas, presentes nas estações da primavera e do verão.

Mede de 35 centímetros a 1 metro e meio de altura. Floresce o ano todo e possui uma belíssima folhagem ornamental brilhante. Pertence à mesma família dos antúrios e também é conhecido como Lírio do Nilo. O Copo-de-Leite possui um caule dilatado, onde acumula suas reservas nutricionais para a sua sobrevivência em condições desfavoráveis ao seu desenvolvimento, tais como o ambiente seco e de baixa temperatura.

Parte tóxica: todas as partes da planta

Sintomatologia: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

Princípio ativo: oxalato de cálcio.

SINTOX



Comigo ninguém pode

A planta ornamental Dieffenbachia sp., popularmente chamada “comigo-ninguém-pode”, é realmente uma planta tóxica. Sua belíssima folhagem cresce bem em locais com baixa luminosidade e, por isso, é muito utilizada para decorar ambientes internos. Mais uma razão para ter cuidado e manter crianças e animais bem longe dela. Todas as partes da planta são tóxicas – caule, folhas e látex (aquele líquido viscoso e esbranquiçado liberado pelas folhas e pelo caule). A ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

Mas também não é preciso condenar a planta ao exílio. Quem tem crianças ou animais em casa, deve manter a planta em local de difícil acesso.

Jardim de Flores



Toxidade

Algumas plantas ornamentais possuem principios ativos altamente venenosos: crótons, daturas e espirradeiras, nunca devem ser plantadas em espaços públicos, creches ou escolas, já que tanto as flores como as folhas, se ingeridas, podem causar intoxicações sérias, especialmente em crianças de pouco peso.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Noticias de Lamego

Parque Biológico da Serra das Meadas reabre com melhores condições para animais e visitantes

Em pleno coração da Serra das Meadas, deixando para trás o buliço da cidade de Lamego, ergue-se uma mancha florestal de 50 hectares de terreno completamente arborizada por dezenas de espécies.

A quietude do silêncio é por vezes interrompida pelo grasnar dos gansos ou pelo piar dos faisões. De vez em quando, surge entre os arbustos um veado ou um muflão, enquanto que uma pequena vara de javalis continua calmamente a tomar o seu banho de lama.

À partida, este pedaço de território é igual a tantos outros, mas uma inscrição que encima um grande pórtico situado numa das suas margens desmente esta aparência. Estamos no Parque Biológico da Serra das Meadas.

Inaugurado a 5 de Junho de 2002, este espaço cedo se tornou no maior centro pedagógico ambiental da região e um dos mais importantes santuários de espécies animais e vegetais. Por aqui, já passaram muitos milhares de pessoas, sobretudo crianças e jovens, sensibilizadas para as problemáticas ambientais e ansiosas por contactar de perto com uma enorme variedade de animais. Entre os pinheiros e os carvalhos, que compõe a maior parte da floresta autóctone, é possível admirar gamos, cavalos, patos-reais, corujas do mato, perdizes, raposas e águias de asa redonda, entre muitos outros.

Com o objectivo de dotar o Parque Biológico da Serra das Meadas de melhores condições de cativeiro e beneficiar o acolhimento aos visitantes, a Câmara Municipal de Lamego lançou, em 2010, mãos à obra e investiu cerca de 200 mil euros para garantir uma ampla requalificação deste espaço e obter a licença de funcionamento definitiva junto da Direcção-Geral de Veterinária. Logo na entrada principal é visível a transformação operada neste parque. Pela primeira vez, foi criado um Centro Biológico de Formação Ambiental, uma zona destinada ao acolhimento de sessões de educação ambiental, vocacionadas sobretudo para a comunidade escolar, e à apresentação de uma exposição permanente sobre temáticas ligadas à conservação ambiental. O espaço dispõe ainda de um gabinete técnico, instalações sanitárias para o público e um local de venda de material promocional do parque.

As melhorias estendem-se, no entanto, a toda a área do Parque Biológico. Mais de 200 crianças do ensino pré-escolar e 1º ciclo do concelho de Lamego foram os primeiros visitantes a descobrir as mudanças introduzidas. Foram constituídos novos parques faunísticos e beneficiados os existentes, foi criado um parque de merendas, um centro de acolhimento, um pavilhão de serviços, um pavilhão para quarentena de animais e implementados novos percursos devidamente assinalados. Com a assessoria técnica do Parque Biológico de Gaia, a maior referência deste género de parques no nosso país, o equipamento situado na Serra das Meadas passou a acolher também novas boxes para equídeos e um picadeiro ao ar livre, para além de um novo núcleo de alojamento de aves de rapina, mantidas em cativeiro por falta de condições de devolução à natureza.

Durante a cerimónia de reabertura do mais recente investimento concretizado no concelho de Lamego na área ambiental, Francisco Lopes, Presidente da autarquia, considerou que este centro será “uma referência no país e um equipamento de alta qualidade”. O autarca sublinha que, para além de assumir uma componente pedagógica, “será uma atracção turística, ambiental e patrimonial que merece bem uma visita”. “Não podíamos continuar a não cumprir as condições mínimas de acolhimento”, desejando assim que o local se torne um agente de desenvolvimento local e garanta uma maior consciencialização ambiental, em particular junto das gerações mais novas.

Situado a escassos sete quilómetros da cidade de Lamego, a reabertura do Parque Biológico da Serra das Meadas, a 6 de Junho último, foi animada pela realização de um extenso programa de comemorações do Dia Mundial do Ambiente. As crianças participaram em diversas oficinas temáticas e eco-aulas e assistiram a uma palestra proferida por Nuno Oliveira, Director do Parque Biológico de Gaia.

Aberto todos os dias de Abril a Setembro, entre as 10 e as 19 horas, e entre os meses de Outubro e Março, das 10h às 16h30, este equipamento renovado recebe visitas de grupos desde que marcadas com antecedência.


Feira da Bôla e Exposição Canina animam cidade de Lamego

Inserida no programa Douro Emoções, a cidade de Lamego volta a acolher mais uma edição da Feira da Bôla, uma oportunidade única para os lamecenses e forasteiros saborearem um dos exemplares mais típicos da culinária duriense. A convite da Câmara Municipal de Lamego, treze comerciantes locais voltam a promover, de 17 a 19 de Junho, esta “maravilha da gastronomia” portuguesa.

O certame promete tornar-se um ponto de encontro para os profissionais do sector e para milhares de visitantes que gostam desta especialidade emblemática do concelho. Recorde-se que, em anteriores edições, a elevada procura conseguiu esgotar o respectivo stock em todos os stands de venda, constituindo um êxito organizativo.

Fiel a uma receita muito antiga e recheada ao gosto de cada um, as bôlas de presunto, bacalhau, frango, sardinha, salpicão, vinha-de-alhos ou de outros ingredientes, prometem deliciar o paladar dos consumidores. Tendo em conta a oferta da culinária duriense, a Bôla de Lamego assume-se como uma das iguarias mais genuínas e distintas do Portugal gastronómico. Durante três dias, haverá uma promoção especial: quem comprar duas bôlas pode adquirir uma garrafa de espumante Raposeira por apenas 2,5€.

A III Feira da Bôla de Lamego é uma organização conjunta da autarquia e da Associação de Empresários de Hotelaria do Douro (HTDOURO), com o apoio institucional da Entidade Regional Turismo do Douro, Turismo de Portugal, Escola de Hotelaria de Lamego, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de lamego, Confraria Nacional do Espumante e das Caves da Raposeira.

Durante o último dia de realização deste certame, a 19 de Junho, a Av. Dr. Alfredo de Sousa também é o palco escolhido para a 3ª Exposição Canina Nacional de Lamego, uma mostra na qual os animais de quatro patas serão submetidos a uma rigorosa avaliação por parte dos juízes do concurso.

Após o sucesso competitivo alcançado nas edições anteriores, só no ano passado participaram 449 “cãocorrentes”, a Câmara Municipal de Lamego, entidade organizadora, pretende consolidar este evento, tendo como objectivo acolher, num futuro próximo, uma exposição internacional.

O regulamento da 3ª Exposição Canina Nacional de Lamego permite a admissão de todas as raças e respectivas variedades oficialmente reconhecidas, registadas em Livros de Origens ou com Registos Iniciais. A garantir a direcção técnica da prova estará mais uma vez o Clube Português de Canicultura (CPC).

A eleição do Campeão Nacional de Beleza vai ser o ponto alto deste evento que visa distinguir o exemplar que, cumulativamente, obtenha quatro certificados de aptidão e diversas qualificações de “excelente”.

A organização considera obrigatória a apresentação do boletim sanitário ou de prova de vacinação anti-rábica dentro do prazo de validade, conforme determinado anualmente pela DGV, sendo também necessário comprovar a posse das vacinações contra as principais doenças infecto-contagiosas da espécie efectuadas há mais de oito dias. Também é obrigatória a identificação de todos os cães por método electrónico, através da aplicação subcutânea de um microship no pescoço.


Lamego
Iranianos querem investir em Lalim

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É caso para dizer que afinal existem mesmo coincidências. Um grupo empresarial com mais de 10 mil trabalhadores, quer investir no setor do turismo em Portugal e escolheu a vila de Lalim, em Lamego para construir um hotel.

terça-feira, 14 de junho de 2011

receitas boas

Empadas de Galinha


Ingredientes:

  • 1 galinha ;
  • 1 ramo de salsa ;
  • 1 cebola ;
  • 4 cravinhos ;
  • 250 g de toucinho ;
  • 10 grãos de pimenta preta ;
  • 1,5 dl de vinagre ;
  • sal ;
  • 4 gemas ;
  • 1 limão ;
  • noz-moscada ;
  • 500 g de massa folhada ;
  • 2 gemas para pincelar

Confecção:

Corta-se a galinha em bocados, lava-se muito bem e introduz-se numa panela com a salsa atada em molho, a cebola com os cravinhos espetados, a pimenta em grão, o toucinho, vinagre e sal. Deita-se a água suficiente para cobrir os ingredientes citados.
Tapa-se a panela e leva-se ao lume, deixando levantar fervura suavemente. Deixa-se cozer e apurar sem deixar reduzir muito o caldo. Quando a carne se separar dos ossos, escorre-se, retiram-se os ossos e corta-se a carne em bocadinhos.
Corta-se o toucinho do mesmo modo e põe-se numa tigela, juntamente com a carne. Passa-se o restante molho para um tacho, e se for muito, leva-se ao lume a apurar.
Deixa-se então arrefecer e juntam-se as gemas. Leva-se a engrossar em lume muito brando, mexendo sempre para evitar que talhe. Deita-se o molho sobre a carne, que deve ficar completamente coberta.
Tempera-se com sumo de limão e noz moscada e rectificam-se os restantes temperos.
Estende-se a massa folhada e forram-se com ela forminhas de empadas previamente untadas com banha.
Enchem-se com o recheio e tapam-se com uma rodela de massa, fazendo-a aderir aos bordos da massa das caixas com um pouco de água. Pincelam-se com gema de ovo e levam-se a cozer em forno quente.


Peitos de Frango com Azeitonas

Ingredientes:
Para 4 pessoas

  • 3 peitos de frango
  • 2 dl de polpa de tomate
  • 100 g de azeitonas verdes sem caroço
  • 2 dl de vinho branco
  • 3 dentes de alho
  • tomilho fresco q.b.
  • alecrim fresco q.b.
  • sal q.b.
  • pimenta moída na altura q.b.

Para o caldo

  • carcaça de 1 frango
  • 1 alho francês
  • 1 cenoura
  • rama de aipo

Confecção:

Deite todos os ingredientes para o caldo numa panela com 1 litro de água temperada com sal.
Leve a ferver, com a panela tapada durante 30 a 40 minutos.
Desosse os peitos de frango com cuidado, para que as metades fiquem inteiras.
Num almofariz, pise os dentes de alho, com um pouco de tomilho e um pouco de alecrim.
Em seguida, deite esta mistura num tacho com um pouco de azeite e frite-a ligeiramente.
Junte os peitos de frango e deixe-os alourar.
Tempere de sal e pimenta.
Regue com o vinho branco.
Mantenha ao lume até o álcool evaporar.
Junte ainda a polpa de tomate, um copo do caldo e deixe cozinhar durante 30 minutos em lume brando.
Cerca de 5 minutos antes de retirar do lume, junte as azeitonas.
Acompanhe com puré de batata.


Bolinho de arroz facil,facil




Tipo de receita:

Número de doses: 8

Tempo de Preparação: 30
Ingredientes:

2 xícaras de chá de arroz cozido
50 grs de queijo ralado
1/2 xícara de chá de leite
1 pedaço pequeno de pimentão verde bem picado ou salsa e cebolinha bem picadinha
1 pedaço pequeno de tomate bem picado
1 colher de sopa rasa de fermento em pó
§ ou - 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
1 ovo inteiro
Se gostar/ puder 2 azeitonas verdes bem picadas
óleo para fritar e se quiser um fio de azeite
DICA ***
Para que as pessoas gostem deste bolinho de arroz, que é uma receita muito boa, você pode acrescentar muitos ingredientes em outros sabores como peixe ,legumes,manjeiricão,peito de frango desfiado e outros da sua imaginação para deixar o seu bolinho ainda mais saboroso, mas pessoas vão ficar de queixo caido com esta receita especial,você pode fazer aquela surpresa para seus convidados.
Preparação:

Coloque no liquidificador ou mix, o arroz,oleite,o fermento e o ovo de uma breve triturada.Passe tudo para uma tigela e acrescente o restantes do ingredientes.
Aqueça uma panela,coloque o oleo e o fio de azeite e em colheiradas não muito cheias, frite os bolinhos.
Eu os deixo douradinhos e não queimadinhos.
Eu sirvo quente e olha não sobra nada!!

Sopa de cebolas




Tipo de receita: Entrada

Número de doses: 4

Tempo de Preparação: 20
Ingredientes:

500g de cebolas picadas em rodelas finas
50g de manteiga
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 litro de caldo de carne
Noz moscada ralada na hora qb
Pimenta vermelha desidratada e moída qb
Sal qb
4 Fatias de pão italiano
Manteiga para passar nas fatias de pão qb
Queijo Gruyère ralado qb
Preparação:

Faço cortes transversais nas fatias de pão italiano formando losangos e tomando cuidado para não cortar até o final. Passo manteiga nelas, de ambos os lados e levo a tostar em forno a 180 graus. Reservo. Faço sempre algumas fatias extras... elas ficam irresistíveis!

Eu coloco a manteiga para derreter numa caçarola média, em fogo alto, e acrescento a cebola.
Deixo dourar até chegar a um castanho claro. Junto a farinha de trigo "em chuva" e deixo amalgamar bem com as cebolas.

Acrescento o caldo de carne previamente aquecido, mexo bem até dissolver bem o trigo. Diminuo o fogo e deixo cozinhar coberto por 30 minutos. Ajusto o sal, acrescento a pimenta e noz moscada.

Distribuo a sopa em 4 cumbucas de argila vitrificada, cubro cada uma delas com uma fatia de pão, polvilho com queijo Gruyère e levo ao forno para gratinar a 240 graus.
Sirvo imediatamente.

O pulo do Chef:O dourar da cebola é muito importante, uma vez que é nesse momento que se define a coloração que a sopa terá depois de pronta.

Sopa de peixe

Tipo de receita: Entrada

Número de doses: 5

Tempo de Preparação: 15
Ingredientes:

- 1 Posta de Pescada Congelada para cozer
- 4 Palitos de Delicias do Mar
- 1 Cebola Pequena
- 2 Cenouras Grandes
- 1 Batata pequena
- Alho Francês q.b
- Curgete q.b
Preparação:

- Numa panela coloque água, tempere de sal e coloque a posta de pescada. Deixar em lume brando até estar cozida.
- Depois de cozida, retire a posta da panela e reserve.
- Na água da cozedura da pescada, coloque todos os ingredientes cortadinhos e deixe ferver.
- Tire a pele à posta de pescada, as espinhas desfie em pequenos pedaços. Corte as delicias do mar ás rodelas fininhas e reserve.
- Depois de dos legumes da panela se encontrarem molinhos, triture a mistura e coloque novamente em lume muito brando.
- Deite para o seu interior o peixe anteriormente reservado, mexa com cuidado, tempere de sal e coloque um fiozinho muito pequeno de azeite.
- Deixe levantar fervura e apague o fogão.

Notas::
- Pode optar por colocar umas massinhas antes de colocar a mistura de peixe.
- No fim, para dar um toque de sabor pode colocar umas folhinhas de coentros, fica muito bom.
- Se quiser uma sopa mais rica, coloque mais variedade de peixes.


Clementinas com Caramelo de Canela
do Livro - Sobremesas Rápidas
Da Verbo

Ingredientes:

  • 8-12 clementinas
  • 225 g/ 1 chávena de chá de açúcar
  • 2 paus de canela
  • 2 colheres de sopa de licor de laranja
  • 25 g/ 1/4 de chávena de pistácios

Confecção:

Retire o vidrado da casca de 2 clementinas com a peladora e corte em tirinhas.
Reserve.
Descasque as clementinas ao vivo, deixando-as inteiras.
Coloque-as no prato de serviço.
Aqueça o açúcar sobre lume brando, deixe aquecer e alourar bem.
Retire imediatamente do calor.
Proteja a mão com um pano e regue o caramelo com 3 dl/ 1 1/4 de chávena de água morna (a mistura vai ferver e salpicar).
Leve a lume brando, mexendo, até o caramelo dissolver.
Junte as tirinhas de casca e os paus de canela e deixe fervilhar 5 minutos.
Adicione o licor de laranja.
Deixe o caramelo arrefecer 10 minutos e deite-o sobre as clementinas.
Tape e leve ao frigorífico durante algumas horas ou durante a noite.
Escalde os pistácios com água a ferver.
Escorra e retire as peles escuras.
Espalhe sobre as clementinas e sirva imediatamente.

Caramelo

Ingredientes:

  • 200 grs. de açúcar
  • 1 colher de café de sumo de limão ou de vinagre

Confecção:

Coloque o açúcar numa caçarola pequena, regue com a água suficiente para molhar e leve ao lume.
Quando o açúcar começar a dourar, junte o sumo de limão ou o vinagre e deixe cozer até o caramelo atingir a cor desejada, tendo o cuidado de não exagerar a cozedura para evitar que fique amargo.

Cheesecake de abacaxi





Tipo de receita: Sobremesa

Número de doses: 8

Tempo de Preparação: 30
Ingredientes:

400 grs de queijo minas cortado
3 ovos
1/2 lata de leite condensado
1 cx de 200ml de creme de leite
2 colheres sope cheia de maizena
1 colher sobremesa de gotas de baunilha
1 pact de biscoito maizena triturado
4 colheres sopa cheia de margarina
geleia de abacaxi o quanto bate aos olhos rsrs
Se ela estiver grossa misture um pouco de agua nela e leve ao microondas por 30 segundos
reparação:

Bata no liquidificador o pacote de biscoito até virar uma farinha.
Coloque a farinha numa tigela e acrescente a margarina gelada ate obter uma massa homogenea e que não grude nas maos.
Forre uma forma de fundo removível com essa massa,se quiser pode tambem em marinex,mas corre o risco de quase queimar ao assar.
Leve os demais ingredientes ao liquidificador,bata bem e coloque por cima da massa de biscoito.
Leve para assar em forno pre aquecido a 180 graus ate a creme ficar firme. ou - 15 minutos
Logo que ficar pronto,coloque a geleia de abacaxi(ou qualquer outra de sua preferencia),leve a geladeira para ficar fria e sirva depois que retirar da forma de fundo falso.
Depois é só receber elogios mil!!!

Bolo rústico de maçã com canela




Tipo de receita: Sobremesa

Número de doses: 8

Tempo de Preparação: 20
Ingredientes:

Ele é fofinho, úmido, tem a casquinha crocante, é cheiroso e muito fácil de fazer. Até hoje foi o melhor bolo de maçã que já fiz.

4 Maçãs médias

2 xícaras (chá) de açúcar

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

4 ovos

1/2 xícara (chá) de óleo

1 colher (sopa) suco de limão

1 colher (sopa) de fermento em pó

1/2 xícara (chá) de açúcar (para polvilhar)

1 colher(sopa) de canela em pó (para polvilhar)
Preparação:

Higienize bem as maçãs. Descasque-as, reserve as cascas, e pique a fruta. No liquidificador, bata as cascas, os ovos, o açúcar e o óleo. Bata bem.Retire do liquidificadorr , passe para uma tigela e junte a farinha, o suco do limão, as frutas picadas e por último o fermento.Forre o fundo de uma forma com diâmetro de 23 cm com papel manteiga e coloque a massa.Por cima, polvilhe a mistura do açúcar e a canela.Leve para assar em forno pré-aquecido a 180 graus, por 30 minutos ou até começar a craquelar a mistura do açúcar com a canela.