Coelho no forno
| Tipo de receita: Prato Principal Número de doses: 5 Tempo de Preparação: 15 |
| Ingredientes: 1 coelho sal, pimenta e colorau q.b. 2dl de vinho branco 12 batatinhas pequenas 12 cebolinhas pequenas 125gr de linguiça 1dl de azeite |
Corte a linguiça em pedaços e coloque-a num tabuleiro que possa ir ao forno, em cima disponha o coelho, as batatas e as cebolinhas, salpicando as batatas e as cebolas levemente com sal.
Regue tudo com o restante vinho branco e depois com o azeite.
Leve a assar, cerca de 45 minutos, em forno a 170º e vá regando de vez em quando com o próprio molho.
Se for necessário acrescente mais um pouco de água.
Sirva de imediato.
Açorda alentejana
| Tipo de receita: Entrada Número de doses: 2 Tempo de Preparação: 20 Tempo de Confecção/Cozedura: 20 Dificuldade: Muito Fácil |
| Ingredientes: Ingredientes (para 2 pessoas) 4 colheres (sopa) de folhas de poejos picados 3 colheres (sopa) alho picado 3 colheres (sopa) de azeite 2 ovos 4 fatias grandes de pão alentejano sal q.b. |
Picar as folhas de poejo e o alho e levar a refogar 1 minuto no azeite. Retirar do lume.
Escalfar os ovos em água temperada com sal.
Juntar a água de cozer os ovos ao refogado de poejo e alho e temperar com mais sal, se necessário.
Colocar este caldo num prato de sopa e adicionar por cima o pão cortado em cubos.
Um prato simples da culinária alentejana
| Tipo de receita: Sobremesa Número de doses: 4 Tempo de Preparação: 10 Tempo de Confecção/Cozedura: 0 Dificuldade: Muito Fácil |
| Ingredientes: É isso mesmo! Depois de fazer o bolinho para a minha sogra, sobraram bastantes ingredientes e como já sabem, eu não desperdiço nada, então toca de fazer um docinho!! Simples, rápido e delicioso!! :) Ingredientes: Restos de creme de pasteleiro Restos de bolo ( neste caso pão de ló) Restos de massa folhada Restos de praliné de amêndoas Restos de chocolate derretido com margarina |
Sirva bem fresco.
Bom apetite!
BOLO MOUSSE DE MORANGO
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Esse bolo é uma verdadeira tentação aos olhos e ao paladar.
A temporada de morangos está acabando aqui no Brasil, mas ainda conseguimos comprá-los com bom preço e qualidade.
MASSA - PÃO DE LÓ:
* 5 OVOS
* 1 XÍCARA AÇÚCAR
* 1 XÍCARA DE LEITE FERVENDO
* 2 XÍCARAS DE FARINHA DE TRIGO PENEIRADA
* 1 COLHER DE SOBREMESA DE FERMENTO
RECHEIO:
* MIOLO DO CENTRO DO BOLO
* 1 LATA DE LEITE CONDENSADO
* 5 COLHERES DE SOPA DE SUCO DE LIMÃO
* 250G. DE MORANGOS (1 CAIXINHA)
* 1 XÍCARA DE GUARANÁ (OU QUALQUER OUTRA BEBIDA DOCE)
COBERTURA:
* 1/2 LITRO DE CREME DE LEITE FRESCO
* 3 COLHERES DE SOPA DE AÇÚCAR
* MORANGOS PARA ENFEITAR
MASSA:
BATA AS CLARAS EM NEVE, E SEMPRE BATENDO, ACRESCENTE AS GEMAS - UMA A UMA.
CONTINUE BATENDO E ACRESCENTE O AÇÚCAR.
BATA BEM A MASSA ATÉ ELA FICAR FOFA.
COLOQUE O LEITE E BATA UM POUCO MAIS.
DESLIGUE A BATEDEIRA, ACRESCENTE A FARINHA DEVAGAR E MISTURE-A DELICADAMENTE COM O AUXÍLIO DE UM FUET (BATEDOR MANUAL EM FORMATO DE PÊRA). COLOQUE O FERMENTO E CONTINUE MISTURANDO.
COLOQUE A MASSA EM UMA ASSADEIRA REDONDA MÉDIA, UNTADA E ENFARINHADA.
LEVE O BOLO PARA ASSAR EM FORNO MÉDIO (180°C/356°F) ATÉ QUE DOURE - FAÇA O TESTE DO PALITO.
RETIRE O BOLO DO FORNO E RESERVE-O PARA QUE ESFRIE.
CORTE A TAMPA DO BOLO E RETIRE O MIOLO, DEIXANDO AS BORDAS ( 2CM.) INTACTAS.
RECHEIO:
COLOQUE O MIOLO DO BOLO EM UMA VASILHA. ACRESCENTE O LEITE CONDENSADO, O LIMÃO E OS MORANGOS AMASSADOS RUDEMENTE COM UM GARFO (RESERVE ALGUNS MORANGOS PARA A COBERTURA/DECORAÇÃO).
MISTURE OS INGREDIENTES E RESERVE.
UMIDEÇA O BOLO COM O GUARANÁ E COLOQUE O RECHEIO.
TAMPE O BOLO COM A PARTE DE CIMA QUE HAVIA SIDO CORTADA E LEVE-O À GELADEIRA ENQUANTO PREPARA A COBERTURA.
COBERTURA:
COLOQUE O CREME DE LEITE GELADO NA BATEDEIRA, ACRESCENTE O AÇÚCAR E BATA ATÉ O PONTO DE CHANTILLY.
CUBRA E DECORE O BOLO COM CHANTILLY.
ENFEITE COM OS MORANGOS RESERVADOS.
ESTE BOLO DEVE SER MANTIDO NA GELADEIRA E SERVIDO GELADO.

Sobre a antiguidade do Castelo de Lamego, quase todos os autores consultados referem que o castelo "é obra de mouros" e anterior à fundação da nacionalidade.
A cisterna, situada extra-muros da praça de armas, é de silharia rectangular e abobadada, com ogiva nervada sustentada por largas cintas apoiadas em pilares. Com cerca de vinte metros de comprimento e dez de largura, é considerada “um dos melhores exemplares das cisternas dos castelos portugueses” (Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais cit. Laranjo, 1994, p.52).
servir de sede do Corpo Nacional de Escutas. Neste edifício funcionou a Câmara Municipal até 1834, altura em que se mudou para a Casa da Relação (actual Paço do Bispo).
No local onde foi erigida a capela–mor de Nossa Senhora dos Remédios existia uma pequena ermida, mandada construir pelo bispo D. Durando, em 1361, dedicada a Santo Estêvão.
A talha é setecentista. O retábulo da capela-mor atrai pelo seu emolduramento, constituindo um quadro original dentro dos entalhamentos portugueses, no centro do qual se encontra a Imagem de Nossa Senhora dos Remédios. De salientar, igualmente, os altares laterais de S. Joaquim e de Santa Ana. Ainda, no interior do templo, podem admirar-se belos painéis de azulejos, bem como interessantes vitrais que enriquecem as paredes do corpo principal e da capela-mor.
frente do templo, pode ver-se a cruz monolítica, de finíssimos ornamentos. O autor do livro “História do Culto de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego”, do Cónego José Marrana – obra incontornável e de indispensável consulta para quem melhor quer conhecer o Santuário, Escadório e Parque dos Remédios – considera esta peça “a coroa maravilhosa de toda a obra da escadaria, que se impõe e domina pela delicadeza das suas linhas e da sua traça escultural”.
eleva um esplêndido obelisco, com cerca de 15 metros de altura. Este pátio é rodeado de várias estátuas que representam os 18 últimos nomes da casa de David. Também notáveis são os dois pórticos que dão acesso lateral para este amplo terreiro. (
em granito lavrado. Particularmente interessante nesta fonte é a escultura do pelicano (
Este busto, inaugurado em 1944, homenageia o poeta lamecense Fausto Guedes Teixeira. É uma obra arquitectada por Rui Couto e António Couto e esculpida pelo artista Costa Mota Sobrinho.
Esta é sem dúvida uma das estátuas mais conhecidas da cidade de Lamego.
Erigido em memória aos mortos da Grande Guerra, foi inaugurado em 1932.
Em homenagem ao bispo embaixador, D. Miguel de Portugal, foi este monumento inaugurado em 1951.
Escultura de Henrique Moreira, numa homenagem ao trabalhador rural.
Situadas na sala de visitas de Lamego, no canteiro central do Jardim Visconde Guedes Teixeira, as esculturas foram oferecidas à cidade por um dos seus mais ilustres filhos, Dr. João de Almeida, à semelhança das que estão colocadas nos lagos da Avenida Dr. Alfredo de Sousa.
Em homenagem ao seu dedicadíssimo Provedor, Comendador António Osório da Mota, a Santa Casa de Misericórdia de Lamego mandou erguer, em 1941, este busto.
"Este busto evocativo da memória do Dr. João D, Almeida – notável Cirurgião, Fundador e Mestre dos Serviços de Cirurgia do Hospital de Lamego, foi inaugurado no Jardim do Hospital, em 16 de Maio de 1965, pela Santa Casa de Misericórdia de Lamego.
Erigido em 1771 é um dos mais grandiosos edifícios solarengos de Lamego.
mais antiga nobreza de Portugal, como Macário de Castro da Fonseca e Sousa, par do reino, brilhante parlamentar nos primeiros tempos do regime constitucional, grande benemérito de Lamego, como o foi seu neto, Macário de Castro da Fonseca e Sousa Pereira Coutinho, também par do reino. Outros antepassados seus se assinalaram, como Manuel Pinto da Fonseca que veio a ser Grão-mestre da Ordem de Malta.
Teve a sua origem no Colégio de S. Nicolau, fundado pelo bispo de Lamego, D. Manuel de Noronha, cujo desejo seria ali fazer um futuro seminário. O colégio, porém, deixou de atender às necessidades da diocese e entrou em decadência.
Segundo Correia de Azevedo (1974), este brasão apresenta um único senão: no quartel representado pela cruz de Cristo, devia existir a cruz florenciada dos Pereira, de acordo com o seu próprio apelido, e no primeiro, as três estrelas que designam o apelido Trindade, são uma ingénua fantasia de quem cuidou de mandar elaborar as peças do brasão, pois o apelido Trindade não figura nos armoriais portugueses. No segundo quartel estão representadas as armar dos Vasconcelos e no quarto as dos Melos.
O palacete é uma peça setecentista, sendo os primeiros senhores da casa da família Leitão, de Fernão Vaz Ribeiro Leitão, que vivia em Lamego no final do século XVI. No século XVII é pertença de Simão Pereira Leitão Soares de Carvalho, cujos três últimos apelidos estão representados na pedra de armas.
Modestas famílias ocupavam o edifício… entretanto as chamas devoraram a Casa de Santa Cruz (Laranjo, 1989).
Solar do século XVIII. Sobressai na fachada o brasão, de execução artística notável. Este solar pertenceu à família dos Pereira Coutinho de Penedono.
O seu brasão, esquartelado, exibe as insígnias heráldicas dos Pereiras, no primeiro quartel; as dos Coutinhos, no segundo; no terceiro quartel as dos Vilhenas e no quarto, as dos Menezes.
Palacete do Século XVII. Julga-se que a denominação “Mores” advém do facto de aqui terem residido alguns Capitães-Mores de Lamego.
solar foi adquirido por particular para ali instalar escritórios.
Este solar, de linhas singelas e sem grandes pormenores decorativos, foi construído na segunda metade do século XVII, pelo deão da Sé de Lamego, D. Luís da Cunha Guedes.
último edifício brasonado foi legado a uma instituição de beneficência pelo último herdeiro dos Vasconcelos, Dr. Vasco de Vasconcelos.
Construído no final do século XVII, o solar pertenceu à nobre família dos Pinheiro de Aragão.
Mais tarde, ali foi aquartelada a Polícia de Segurança Pública. O edifício alberga actualmente um Centro Dia para idosos (APITIL) e serviços técnicos (G.A.T).
Este magnífico palacete é um dos mais antigos edifícios brasonados de Lamego.
O edifício, segundo João Amaral (1961), primitivamente possuia uma correcta e muito apreciável arquitectura, mas ficou bastante prejudicado com o acrescentamento de um segundo andar… 
O edifício foi objecto de reconstrução no século XVIII. Foi adquirido pela diocese em 1921 e o Seminário ali funcionou até 1961, altura em que foi inaugurado o Seminário Novo no Lugar da Rina.
O edifício é um dos mais esplendorosos palácios brasonados de Lamego. Com uma frontaria ampla voltada para a escadaria e Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, esta edificação, antigo paço episcopal da cidade, foi objecto de ampla remodelação entre 1772 e 1786, empreendida pelo bispo D. Manuel de Vasconcelos Pereira. Na sua fachada principal, composta por três corpos divididos por pilastras lisas de granito, ressaltam belas janelas bem características de um estilo fantasioso da época, possuindo as dos corpos laterais dois extensos varandins de pedra.
Com o advento da revolução republicana de 1910, o edifício foi expropriado para instalação de vários serviços públicos. Em 1917, aí se instalou o Museu de Lamego, graças ao trabalho notável desenvolvido pelo artista lamecense João Amaral, que aqui reuniu o seu espólio principal. Sofreu obras de restauro nas décadas de trinta e cinquenta. Em 1964, com a saída da Biblioteca Municipal e em 1968, com a saída da Guarda Nacional Republicana que ocupava o corpo sul, ficou o edifício totalmente ocupado pelo Museu.
Este palacete, do Século XVIII, era conhecido por Casa de Almacave. Serviu de tribunal da cidade durante muito tempo e “desde 1828 até 1838 (informou o erudito Dr. Pedro Augusto Ferreira) foi o maior depósito de presos políticos, depois da Praça de Almeida e do Castelo de S. Julião da Barra (Amaral, 1961).
Também neste palacete chegou a funcionar, embora temporariamente, o clube Visconde Guedes Teixeira, o Quartel-General e a Escola Primária Superior (1920-1926).
O seu brasão é esquartelado e exibe os emblemas heráldicos dos Pintos, dos Coutinhos, dos Tavares e Vilhenas.
Na estreita Rua dos Loureiros deparamos com o esplêndido palacete dos viscondes e condes de Alpendurada – uma edificação dos finais do século XVIII.
O solar tem permanecido na posse da família Girão que tem fortes ligações à região de Lamego.
A primitiva construção remonta ao século XVII.
O solar é uma construção do século XVIII e foi mandado erigir pelo então cónego da Sé de Lamego, D. António Freire Gameiro Sousa, que mais tarde viria a ser nomeado bispo de Aveiro.
A pedra de armas que se encontra sobre o portão pertence ao edificador do edifício. Este brasão, com borlas e chapéu eclesiástico, possui as insígnias dos Freires de Andrade e dos Sousas.
Este solar é conhecido por antiga habitação dos Silveiras.
O brasão esquartelado apresenta no primeiro quartel, os sinais heráldicos dos Teixeiras; no segundo, os sinais dos Borges; no terceiro quartel, os Coutinhos e as insígnias dos Carvalhos aparecem no quarto quartel.
Tesouros Artísticos
Claustro

O convento foi fundado pelo lamecense, Doutor Lourenço Mourão Homem, tendo sido lançada a primeira pedra em 1596.
O Mosteiro das Chagas, destinado a freiras clarissas, foi fundado em 1588 pelo bispo de Lamego, D. António Teles de Menezes, cuja pedra tumular se pode ver na capela-mor.
Fundada em 1640 pelo bailio de Leça, D. Frei Luís Alvares de Távora, no lugar onde existia uma ermida e se venerava Nossa Senhora do Desterro.
A Igreja existente é o que resta do convento que foi erigido em 1599. Sofreu alterações no séc. XVII e mais tarde um hospital militar viria a ocupar parte do templo.
A Capela foi mandada construir pelo bispo de Lamego D. Manuel de Noronha entre 1551 e 1569.
Reedificada pelo bispo D. Manuel de Noronha no séc. XVI.
Fundada em 1586 pelo padre Francisco Gonçalves.
O projecto deste fontanário é da autoria de Nicolau Nasoni. O chafariz foi construído em 1738, como consta na gravação visível na parte superior, sendo anterior ao actual Santuário.
Foi inicialmente erguida em 1830, no antigo Campo do Tablado (actual Jardim da República) mas devido às obras de alargamento deste jardim, foi apeada em 1923 e erguida no actual local em 1924. Porém, com os acrescentes laterais e arremates, só ficaria totalmente concluída em 1928.
Situada no Pátio dos Reis, a Fonte dos Gigantes é parte integrante de um quadro de grande valor arquitectónico.
A Fonte da Sereia foi mandada executar pela Mesa da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios em 1886. É uma obra do mestre Manuel Domingues Barreira, tendo sido concluída em 1889.
Quem sobe a escadaria encontra no primeiro pátio, do lado esquerdo, esta fonte tão popular entre os lamecenses.
Esta fonte monumental é uma valiosa peça lavrada em granito que atrai a atenção pela riqueza dos elementos que a compõem, sobressaindo ao alto uma bela escultura representando um pelicano, com as asas abertas e abrindo com o bico o seu próprio peito para dali tirar o sustento para as crias famintas.
À semelhança de outros fontanários da cidade de Lamego, a Fonte do Desterro possui um retábulo granítico ao alto do qual sobressai um painel em forma oval onde se pode ler CM 1877, a lembrar a data em que teria sido erigida.
Ao fundo da Rua da Calçada, já no bairro da Ponte, existe um largo onde se encontra este fontanário que os moradores locais muito estimam e que dizem ser a água que dali jorra muito boa “com virtude para preservar do achaque da pedra”.
Quem passa pela Rua Cardoso Avelino pode reparar num recanto que dá passagem para a íngreme e estreita Rua da Carqueijeira. Aí, ladeada pelo casario e por um muro, pode ver-se o fontanário da Carquejeira, como é conhecido pelos lamecenses.
A primitiva Fonte do Almedina estava erguida no antigo Largo do Almedina, mas devido a ter desabado parte do muro e a possível inquinação da água, levou a câmara a demoli-la em 1886.