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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Top 10 óleos essenciais

Óleos aromaterapia

Os óleos essenciais são a base da aromaterapia – um tratamento holístico e alternativo que tira partido dos aromas naturais, presentes nas plantas, flores e madeiras, para trazer benefícios para o corpo, mente e espírito. Descubra os top 10 óleos essenciais e inicie a sua terapia dos aromas hoje!

ALECRIM

Vindo da Ásia, o óleo essencial de alecrim é um aliado precioso no combate à obesidade e celulite, mas tem ainda efeitos positivos no cérebro e sistema nervoso – melhora a memória, alivia as dores de cabeça, enxaquecas, fadiga mental e exaustão nervosa. O alecrim é óptimo para tratar o cabelo e para estimular a circulação no couro cabeludo, o que incentiva o crescimento capilar. A aromaterapia indica que este óleo é ainda adequado para tratar perturbações tão diversas como: diarreia, flatulência, dispepsia, colite, icterícia e disfunções hepáticas. As dores musculares, reumáticas, artríticas e relacionadas com a gota também encontram conforto no alecrim, assim como as doenças arteriais, palpitações, má circulação e varizes. Este óleo é simultaneamente utilizado no tratamento da bronquite, catarro, asma, sinusite, tosse convulsa, acne, eczema e dermatite.

CAMOMILA

Anti-tóxico e anti-irritante, existem dois tipos de camomila – a camomila romana (originária da Inglaterra, é cultivada na Alemanha, França e Marrocos) e a camomila alemã (cultivada em França, Espanha e Marrocos). O óleo essencial de camomila romana é indicado para o alívio de dores musculares, de cabeça, enxaquecas, de dentes, de ouvidos e para o reumatismo. É aconselhada para o tratamento de vários tipos de problemas de pele – acne, eczema, erupções cutâneas, feridas, pele seca, dermatites e reacções alérgicas em geral – bem como para perturbações do sistema digestivo, sistema nervoso e condições ginecológicas. Diluída, a camomila romana pode ainda ser utilizada nos bebés, para aliviar as gengivas aquando do nascimento dos dentes, cólicas e diarreia. Igualmente eficaz, a camomila alemã é conhecida por ser um bom anti-inflamatório, nomeadamente em curas associadas a dores articulares, musculares e à síndrome de intestino irritável. Pode melhorar as dores associadas à menstruação, aos espasmos musculares, reumatismo e artrite. Enquanto solução tópica, é aconselhada no tratamento de acne, eczema, erupções cutâneas, psoríase, pele hipersensível e reacções alérgicas em geral.

EUCALIPTO

Com origens na China, o óleo essencial de eucalipto é perfeito para a pele, principalmente a oleosa, mas também no caso de queimaduras, feridas, bolhas, mordidelas de insectos, piolhos e infecções cutâneas, em geral. O eucalipto é talvez o mais indicado para o tratamento de constipações e gripes, mas é ainda eficaz contra músculos e articulações doridas. Desintoxicante natural, este óleo revigora o sistema imunitário, circulatório e respiratório. A aromaterapia aconselha o eucalipto como enquanto estimulante mental, que melhora significativamente os níveis de concentração e de produtividade.

GERÂNIO

Encontrado na África do Sul, Madagáscar, Egipto e Marrocos, o óleo essencial de gerânio tem propriedades tónicas, diuréticas, anti-sépticas, anti-depressivas e antibióticas, entre outras. Extremamente benéfico para a pele – queimaduras, cortes, dermatites, eczema – é um excelente repelente natural contra mosquitos. O gerânio é igualmente utilizado no tratamento de hemorróidas, piolhos, ulceras, edemas, má circulação e dores de garganta. Anti-stressante, este óleo essencial actua ainda ao nível do sistema nevrálgico. É muitas vezes prescrito para as mulheres, principalmente para alívio da tensão pré-menstrual e sintomas de menopausa.

HORTELÃ-PIMENTA

Proveniente dos Estados Unidos da América, o óleo essencial de hortelã-pimenta tem inúmeras propriedades terapêuticas, sendo bastante útil no combate à fadiga mental, depressão, stress, dores de cabeça, enxaquecas, tonturas, fraqueza e estados de choque, melhorando significativamente a agilidade mental e os níveis de concentração. A hortelã-pimenta é frequentemente utilizada no tratamento de tuberculose, pneumonia, bronquite, cólera, asma, sinusite e tosse seca. Estimula a vesícula e a secreção biliar e, relativamente ao tracto digestivo e intestinal, é indicado contra as cólicas, flatulência, cólon irritável, dispepsia, náuseas e dores menstruais. Ao nível cutâneo, é prescrito para irritações de pele várias, dermatites, acne, sarna e pruridos; sendo a hortelã-pimenta aconselhada ainda para as dores musculares, reumatismo e neuralgia.

LAVANDA

Originário de França, este óleo é considerado um dos mais benéficos e está indicado para uma série de problemas de saúde – bronquite, asma, constipação, infecções da garganta e tosse. O óleo essencial de lavanda tem um efeito extremamente tranquilizante, perfeito para acalmar os nervos e aliviar a tensão, sendo ainda eficaz no tratamento da depressão, dos ataques de pânico, dores de cabeça, enxaquecas e insónias. É ainda poderoso no tratamento de perturbações do sistema digestivo – flatulência, cólicas, náuseas, vómitos –

e utilizado para aliviar dores reumáticas, musculares e artrite. A lavanda é um dos poucos óleos essenciais que pode ser directamente aplicado na pele, sem qualquer tipo de diluição, tonificando e revitalizando-a. O óleo de lavanda é ainda particularmente útil no tratamento de pequenas queimaduras, feridas, abcessos, mordidelas de insectos, psoríase e piolhos, sendo igualmente eficaz em peles oleosas e com tendência para acne.

LIMÃO

Um nativo da Índia, o óleo essencial de limão é muito benéfico para o sistema circulatório e para diminuir a tensão arterial. Para além de estimular o sistema imunitário e digestivo, é um bom remédio para a prisão de ventre, dispepsia e celulite. Em aromaterapia, o limão acalma e alivia dores de cabeça e enxaquecas, melhorando as dores de quem sofre de artrite e reumatismo. Poderoso no combate às gripes e constipações, contribui para a diminuição da febre e outros sintomas associados, como as infecções da garganta e a bronquite. Indicado para o tratamento do cabelo e pele oleosa, tem vários outros benefícios ao nível da pele, nomeadamente enquanto esfoliante, na eliminação de acne, herpes labial e aftas.

ROSA

Directamente de França, o óleo essencial de rosa tem um efeito calmante muito agradável, principalmente em situações de depressão, raiva, luto, medo, tensão estress. Estimula o funcionamento do fígado, da vesícula e do sistema circulatório, estando ainda indicado para tratar várias doenças cardiovasculares, nomeadamente palpitações, arritmias e tensão alta. A aromaterapia defende ainda a sua utilização em casos de asma, tosse crónica, alergias, náuseas, vasos capilares quebrados, herpes, eczema e inflamações diversas. Enquanto hidratante faz maravilhas à pele e, diluído em água, é um remédio óptimo para a conjuntivite.

SÂNDALO

Originário da Índia e extraído do tronco das árvores, o óleo essencial de sândalo é um dos óleos mais puros, sendo recomendado em terapias de bronquite, laringite e leucorreia. Extremamente eficaz no processo curativo de pele sensível, seca, oleosa e com cieiro, pode ainda ser aplicado em cicatrizes, estrias e varizes. Antídoto perfeito para os soluços, a aromaterapia também sugere a utilização de óleo de sândalo em casos de depressão e stress. Para além das suas características afrodisíacas, melhora os níveis de concentração e funciona com um bom ansiolítico e redutor de ansiedade.

YLANG-YLANG

Com origens na Indonésia, o óleo essencial ylang-ylang é, acima de tudo, um anti-depressivo e tranquilizante, mas também um afrodisíaco. Na aromaterapia é utilizado para combater a ansiedade, tensão, choque, medo e pânico, sendo frequentemente utilizado no tratamento de impotência e frigidez. Os seus poderes curativos foram ainda verificados em casos de infecções intestinais, tensão alta, respiração acelerada, e em pessoas com batimentos cardíacos muito elevados. O ylang-ylang é igualmente eficaz na estimulação do crescimento do cabelo.

Hipnoterapia: o relaxamento em estado puro

Mulher hipnotizada

Com raízes nas antigas civilizações egípcias e gregas, a hipnoterapia foi inicialmente conhecida como “sofrologia”, tendo adoptado a sua actual designação apenas durante o século XVIII. Desde sempre envolta em algum misticismo, esta terapia alternativa – que hoje conta com vários dados científicos a comprovar a sua eficácia – foi em tempos vista como um feitiço.

UMA HISTÓRIA HIPNOTIZANTE

Os tempos longínquos trouxeram histórias da existência de hipnotizadores já na antiga civilização egípcia – estes eram na sua maioria médicos que recorriam à “técnica do sono” para adormecer os seus pacientes antes de intervenções cirúrgicas, uma prática crucial uma vez que nessa altura ainda não existia a anestesia geral! Os gregos deram continuidade a esta “hipnose médica”, uma prática que ficou conhecida como “sofrologia”. Numa alusão clara à deusa Sofrosine (que teria fortes poderes curativos) significava qualquer coisa como a “ciência da mente tranquila”: “sos” (tranquilo) + “phren” (mente) + logia (ciência).

Esta estranha forma de cura, onde as pessoas adormeciam doentes e acordavam curadas, viajou até à Índia, Caldéia, China, Roma e Pérsia e, com o passar do tempo, começou a adquirir contornos místicos, esotéricos, paranormais e sobrenaturais – tanto até que durante a Idade Média foi proibida. Quem praticava hipnose era apontado como sendo bruxo ou satanista, perseguido e até morto. O certo é que essa visão “supernatural” da hipnoterapia permaneceu bem latente e incontestada até ao século XVIII, altura em que o médico britânico James Braid passa a investigar afincadamente esta prática que ele considerava ser uma espécie de sono induzido. É também a este investigador que se deve o nome “hipnose”, uma palavra que deriva do nome do deus grego do sono “Hipnos” e do latim “osis” que significa “acção” ou “processo”. Os estudos prosseguiram e chegou-se à conclusão que a hipnose era, de facto, um estado diferente de consciência, mas completamente distinto do de vigília e de sono. Mesmo assim, o termo “hipnose” permaneceu.

A QUEBRA DO FEITIÇO

A hipnoterapia ou hipnose é descrita, de forma muito simples, como um “estado alterado de consciência” em que a pessoa hipnotizada atinge, simultaneamente, um estado de relaxamento físico e emocional tão profundo e tão receptivo, que o torna particularmente aberto àquilo que lhe está a ser sugerido pelo terapeuta e que terá, invariavelmente a ver com o tratamento do seu problema específico. Neste estado, em que a pessoa está curiosamente hiper-alerta, tem uma maior capacidade de se concentrar a 100% numa só informação, memória ou sugestão que é normalmente feita num tom orientador e motivacional pelo terapeuta. Ao concentrar-se na voz do terapeuta a pessoa hipnotizada ouve, interioriza e coloca em prática alterações de comportamento que possam melhorar ou até curar a sua perturbação. Para além das alterações comportamentais, a hipnose é eficaz na estimulação do bem-estar físico e mental em geral.

O ESTADO HIPNÓTICO

Quem é hipnotizado sente o relaxamento completo do seu sistema muscular, acompanhado do abrandamento do seu ritmo cardíaco e uma pequena diminuição da pressão arterial, assim como uma respiração mais lenta. A hipnose já foi descrita como um momento de “meditação intensa”, uma “transe” ou uma “manta de enorme conforto emocional”. Existem seis métodos utilizados para induzir o estado hipnótico, sendo que o que funciona com uma pessoa pode não funcionar com outra:

  1. Fixação visual – fitar intensamente os olhos da pessoa; apesar de ser um dos métodos primordiais, não é dos mais utilizados actualmente.
  2. Relaxamento progressivo – recorre-se à visualização de lugares seguros e tranquilos.
  3. Confusão mental – tal como o nome indica, confunde a mente consciente para que seja mais fácil esta “deixar-se ir”.
  4. Orientação mental inversa – recorre à imaginação e às respostas dadas relativamente aos cenários sugeridos.
  5. Desequilíbrio – não há nada como sermos embalados para “escapar” do mundo, é também graças a este método que surge a imagem de um relógio a pendular de um lado para o outro em frente à pessoa hipnotizada.
  6. Choque do sistema nervoso – recorre à utilização de uma ordem repentina e poderosa, dada de uma forma surpreendente e à qual as pessoas normalmente “obedecem”.

INDICAÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES

A hipnoterapia é normalmente utilizada em conjunto com outras práticas terapêuticas, mas não goza de grande popularidade devido à simples razão que apenas 10 a 15% da população humana é hipnotizável! Apesar desse “contratempo” é uma prática adequada para várias situações:

  • Tratamento contra o tabagismo
  • Perda de peso e alteração de hábitos alimentares
  • Tratamento de diversos vícios/hábitos (roer as unhas, noctúria…)
  • Asma
  • Insónias
  • Cura de várias fobias/medos
  • Eliminação de ataques de pânico
  • Reduzir a intensidade e a frequência das dores de cabeça
  • Aliviar as náuseas e vómitos causados pela quimioterapia
  • Controlar os níveis de stress, tensão, ansiedade
  • Melhorar os níveis de autoconfiança e auto-estima
  • Aliviar a dor física

Ninguém pode ser hipnotizado contra a sua vontade ou sem saber, não vai perder características da sua personalidade, nem a sua memória se for sujeito a uma sessão de hipnoterapia. No entanto, se o processo não for levado a cabo por um terapeuta credenciado e experiente (e com o qual o doente deve ter uma relação de confiança e de à vontade), o estado hipnótico pode revelar-se doloroso ou desconfortável, nomeadamente na forma de dores de cabeça, tonturas ou náuseas.

Aromaterapia: aromas que curam

Aromaterapia

A aromaterapia, praticada há milhares de anos é, tal como o seu próprio nome indica, uma terapia que cura através dos aromas – aromas 100% naturais, extraídos de flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeiras e resinas, e transformados em óleos essenciais que são utilizados na prevenção e no tratamento de doenças físicas e psicológicas.

AS RAÍZES

Parte integrante da medicina alternativa, a aromaterapia existe há mais de seis mil anos, tendo sido activamente praticada nas antigas civilizações da Grécia, Roma e Egípcio. Aliás, o médico egípcio Imhotep recomendava o uso de óleos com fragrâncias no banho, nas massagens e, claro, no embalsamento dos mortos. O pai da medicina moderna, Hippocrates, seguiu os mesmos princípios e reza a história que terá realizado fumigações aromáticas para travar a praga em Atenas. Porém, o declínio do Império Romano levou ao desaparecimento destes conhecimentos aromáticos, que voltaram a dar que falar e cheirar por volta do ano 1000 d.C. na Pérsia. Nesta altura, os árabes iniciam a prática de destilação e o estudo das propriedades terapêuticas das plantas volta a ganhar força. Graças às Cruzadas, estes saberes regressam à Europa e, já em 1200 d.C. se produzia, na Alemanha, óleos essenciais com ervas e especiarias provenientes de África e do Extremo Oriente. Quando a América do Sul foi invadida pelos Conquistadores, a descoberta de novas plantas medicinais e óleos aromáticos foi impressionante e a verdade é que também no Continente Americano os índios nativos passaram a ser conhecidos pela confecção de bálsamos e poções à base de plantas medicinais. Apesar desta prática consistente, foi apenas no século XIX que os cientistas europeus decidiram dedicar-se ao estudo dos efeitos destes óleos essenciais no homem. A palavra “aromaterapia” é uma invenção do químico francês René Maurice Gattefosse que, em 1910, descobriu os poderes curativos do óleo de lavanda quando se queimou no seu laboratório de perfumes e, procurando um alívio imediato, mergulhou a mão num recipiente com óleo de lavanda. O alívio da dor foi imediata e o processo de cicatrização rápido, indolor e sem marcas posteriores. A partir daí dedicou a sua vida ao estudo dos poderes curativos dos óleos essenciais, tendo realizado vários tratamentos de êxito nos hospitais militares durante a I Guerra Mundial, experiências essas que documentou em diversos livros. Hoje em dia, a busca de uma forma de vida natural, com a mente, corpo e espírito em equilíbrio, aumentou a procura da aromaterapia.

SENTIDO DE OLFACTO

Um dos cinco sentidos, o nosso poder de cheirar é, em si só, extremamente potente, com efeitos curiosos. Por exemplo, um certo aroma pode despertar memórias de infância bem guardadas ou o cheiro de determinado alimento pode abrir o apetite a uns ou provocar náuseas a outros. Quando inalamos óleos essenciais, as nossas células olfactivas são estimuladas e esse impulso é encaminhado para o sistema límbico – o centro emocional do cérebro – ligado à memória, à respiração, à circulação sanguínea e às hormonas. Na aromaterapia, as propriedades, a fragrância e os efeitos dos óleos essenciais estimulam estes diferentes sistemas. Da mesma forma que a ligação estreita entre o olfacto e o cérebro desencadeia um efeito indirecto no sistema imunitário, que potencia a capacidade do corpo se sarar a si próprio. Enquanto medicina holística, a aromaterapia é uma forma de auto-cura porque incentiva o equilíbrio interno do organismo, mas também se manifesta ao nível físico uma vez que os óleos essenciais são conhecidos pelas suas poderosas acções revigorantes, anti-oxidantes, anti-bacterianas, anti-virais, anti-fungos, anti-inflamatórias, ansiolíticas e anti-espásticas.

BENEFÍCIOS FÍSICOS, EMOCIONAIS E ESPIRITUAIS

Escolhidos os óleos essenciais apropriados (sendo, por isso, importante procurar sempre um profissional de aromaterapia), os benefícios são mais que muitos e sentem-se a diversos níveis.

  • Mente – tratamento de cansaço mental, stress, tensão, certas fobias, insónias e outras perturbações do sono; aumento dos níveis de concentração, memória e produtividade.
  • Corpo – as propriedades anti-bacterianas dos óleos essenciais auxiliam na cicatrização de feridas externas; actuam no melhoramento da circulação sanguínea, na drenagem linfática e na eliminação das toxinas do corpo; tratamento de doenças de pele, perturbações digestivas, desequilíbrios hormonais, dores musculares e de articulações; aumento dos níveis de energia e bem-estar geral.
  • Estado emocional – os óleos essenciais também podem funcionar como um anti-depressivo potente, ajudando a acalmar e a aliviar estados de nervosismo, tristeza, pânico, ansiedade e de depressão; aumento dos níveis de auto-estima e de auto-confiança.
  • Estado espiritual – a aromaterapia também é utilizada para aumentar os níveis de consciência, percepção e de comunhão com forças maiores, sendo ainda parte integrante na prática da meditação.

ÓLEOS ESSENCIAIS

Os óleos essenciais utilizados na aromaterapia são extraídos de plantas, flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeiras e resinas e, posteriormente misturados com outras substâncias – caso do óleo, álcool ou loção – o que permite a sua utilização de forma prática. Executado por profissionais especializados, o método de extracção é um processo moroso e caro: são necessários 100 quilos de pétalas de rosas para produzir 5 colheres de chá de um óleo essencial! Um processo que também encarece o produto final, no entanto, e como se utilizam poucas gotas de cada vez e os efeitos são altamente eficazes, o investimento é considerado válido.

Utilizados a solo ou misturando mais que uma variedade, os óleos essenciais estão divididos em três categorias, ou seja, conforme as suas “notas” ou índice de evaporação.

  • Óleos de nota elevada – os mais estimulantes e revigorantes, têm um aroma forte, mas o seu perfume dura apenas entre 3 e 24 horas. Alguns exemplos incluem: basílico, bergamota, salva, coentro, eucalipto, laranjeira-amarga, hortelã-pimenta e tomilho.
  • Óleos de nota média – actuam ao nível das funções corporais e metabólicas e, embora menos potentes, a sua fragrância só evapora passados 2 ou 3 dias. Alguns exemplos incluem: erva-cidreira, camomila, funcho, gerânio, hissopo, junípero/zimbro, lavanda e alecrim.
  • Óleos de nota baixa – o seu aroma doce e calmante, tem efeitos relaxantes no corpo e é a fragrância que mais tempo dura, até uma semana. Alguns exemplos incluem: cedro, cravinho, gengibre, jasmim, rosa e sândalo.

APLICAÇÃO

Na aromaterapia, os óleos essenciais têm múltiplas aplicações:

  • Externa – aplicado directamente na pele (diluído ou não), tratam feridas superficiais ou problemas de pele, activando, em simultâneo, os receptores térmicos do corpo, matando micróbios e fungos.
  • Interna – ingerido através da diluição em água ou adicionado à alimentação, activam o sistema imunitário.
  • Massagem/Banhos – largamente associados às massagens e banhos de aromaterapia, nestes casos os óleos essenciais são inalados, mas também são absorvidos pela pele, entrando no sistema circulatório que os transporta para os órgãos e restantes sistemas do corpo.
  • Difusão no ar – queimados como incenso ou colocados em recipientes ao ar livre, os óleos essenciais são captados pelas células olfactivas e direccionados para o sistema límbico.

A AROMATERAPIA É SEGURA?

Enquanto tratamento 100% natural, a aromaterapia só poderia ser segura, no entanto, existem sempre algumas precauções que não devem ser descuradas, nomeadamente se é um principiante neste género de tratamentos. Antes de procurar a aromaterapia, informe e peça a opinião do seu médico de clínica geral. A aromaterapia não deve ser praticada por mulheres grávidas (alguns óleos como junípero, alecrim e salva podem provocar contracções uterinas); por crianças com menos de 5 anos (são muito sensíveis aos óleos); por pessoas com doenças crónicas; por pessoas com problemas de pulmões como asma, alergias respiratórias ou doença pulmonar crónica (podem causar espasmos respiratórios).

Salvo indiciação específica, os óleos essenciais não devem ser ingeridos; e deve evitar o contacto com os olhos e a boca; estando sempre atento a qualquer sinal de reacção alérgica.

Musicoterapia para corpo e mente sã

Criança musicoterapia

Reagir à música como se esta fosse um medicamento, eis o segredo damusicoterapia, uma terapêutica em rápido crescimento, não fossem os seus processos 100% naturais e sem efeitos secundários. The sound of music… descubra os seus poderes!

MUSICOTERA…QUÊ?

De acordo com a Federação Mundial de Musicoterapia (World Federation of Music Therapy) “a musicoterapia é a utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um só indivíduo ou em grupo, num processo sistematizado, de forma a facilitar e a promover a comunicação, os relacionamentos, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, a organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, para satisfazer necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia procura desenvolver potencialidades e/ou restaurar as funções de um indivíduo para que este possa alcançar uma melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento”.

UMA HISTÓRIA COM RITMO

A influência da música no comportamento do homem é conhecida desde a Antiguidade e foi mesmo tema de reflexão nas obras de vários filósofos gregos. Os próprios Aristóteles e Platão defendiam que a música provocava reacções nas pessoas e que, por exemplo, determinada escala devia ser ouvida pelos guerreiros, para que estes ficassem mais agressivos e corajosos! Foram muitos os pensadores que seguiram a sua linha de raciocínio ao longo da história, atribuindo à música outros benefícios para além do seu cariz religioso e de entretenimento. O uso da música como método terapêutico só começou a ser utilizado, na prática, depois da II Guerra Mundial, nos Estados Unidos, com experiências realizadas com os veteranos, que evidenciaram melhorias significativas relativamente a traumas físicos e psíquicos. A descoberta de uma disciplina que utilizava, com sucesso, o som para fins terapêuticos e profilácticos foi uma coisa espantosa na altura e concluiu-se que era necessário mais pesquisa e, porque não, a profissionalização? Assim nasce, em 1944, na Michigan State University, o primeiro curso universitário de musicoterapia. No entanto, com o aparecimento dos medicamentos químicos, a musicoterapia foi relegada para segundo plano, até à década de 70, altura em que o seu valor terapêutico voltou a ser reconhecido. Em 1985, é criada a World Federation of Music Therapy, a única organização internacional dedicada ao desenvolvimento e promoção da musicoterapia em todo o mundo.

MUSICOTERAPEUTA, A PROFISSÃO

O musicoterapeuta é um profissional com uma vasta formação musical (teoria e canto) e com aptidão para tocar vários instrumentos (harmónicos, melódicos e percussão); mas também tem formação ao nível da saúde e medicina, com conhecimentos profundos de psicologia, bem como da anatomia e fisiologia humana. Mas não fica por aqui, também faz parte da formação do musicoterapeuta noções de filosofia, expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos específicos de educação musical. Um musicoterapeuta pode exercer num consultório particular ou integrar equipas de saúde multidisciplinares, juntamente com médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e educadores. Assim, os musicoterapeutas podem trabalhar em hospitais, hospitais psiquiátricos, clínicas particulares, spas, em programas de tratamento de toxicodependentes, escolas, em centros juvenis e de correcção.

MÚSICA PARA QUEM?

Para experimentar e beneficiar dos efeitos da musicoterapia não tem de perceber nada sobre música, não tem de saber cantar, nem tem de saber quem foram os Beatles! Tem, simplesmente, que ouvir e deixar a música trabalhar para si e para o seu bem-estar. Por isso mesmo, a musicoterapia é um tratamento aberto a todas as pessoas de todas as idades. No entanto, tem já resultados comprovados em pessoas com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, pessoas com dificuldades emocionais e distúrbios mentais, doentes oncológicos, pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social; grávidas (ouvir música clássica durante a gravidez tranquiliza tanto a gestante como o bebé, e também ajuda na hora do parto); e idosos (nomeadamente doentes com Alzheimer, desequilíbrios físicos e dores crónicas).

OUVIR MÚSICA DÁ SAÚDE... COMO?

O nosso cérebro responde de forma natural à música, tanto até que quando damos por ela já batemos o pé ao som da mesma, daqui a nada estamos a trautear a letra e, de repente, estamos mais bem-dispostos. Um anti-depressivo natural? Os musicoterapistas e anos de estudos dizem que sim e acrescentam ainda outras mais-valias:

  • activa a mente, estimula a nossa criatividade, produtividade e inteligência
  • ajuda a aumentar os níveis de concentração e atenção
  • melhora o nosso estado de espírito e de humor
  • reduz os níveis de ansiedade e de stress
  • distrai-nos das dores, reduzindo-as até
  • diminui a tensão arterial, o ritmo cardíaco e a taxa de respiração
  • eficaz no tratamento de insónias
  • um excelente aliado na reabilitação física de doentes
  • melhora o estado de espírito e a mobilidade dos doentes com Parkinson
  • diminui as náuseas durante a quimioterapia
  • reduz a quantidade de sedativos e analgésicos durante e depois de uma intervenção cirúrgica
  • ajuda a reduzir o tempo de permanência de um paciente no hospital
  • abre os canais de comunicação de pessoas com perturbações psíquicas (retracção, inibições, repressão, negação ou dissociação de sentimentos)

Uma sessão de musicoterapia (que pode ser realizada individualmente ou em grupo) pode desenrolar-se de duas formas: como uma sessão receptiva, onde o musicoterapeuta toca música para o paciente; ou como uma sessão activa, onde os próprios pacientes tocam instrumentos musicais, cantam e dançam ou participam noutras actividades que o terapeuta delineou para o seu caso específico.

Os instrumentos mais utilizados são o violão, o piano (ou outros instrumentos harmónicos ou com teclado); instrumentos melódicos (principalmente a flauta); e instrumentos de percussão. No entanto, nos últimos anos a musicoterapia digital (instrumentos como guitarras eléctricas, sintetizadores, baterias electrónicas...) tem ganho terreno.

Os vários tipos de sons utilizados na musicoterapia abrem os canais de comunicação e geram reacções nos seus utentes, o que lhes permite exteriorizar traumas, medos, energias e emoções negativas que, depois de uma sessão que se pretende revigorante e aliviadora, permite o crescimento emocional, afectivo, relacional e social dessa pessoa.

ESTUDOS INTERESSANTES

  • Um grupo de 40 homens e mulheres com idades compreendidas entre os 51 e os 87 anos, foram submetidos a uma cirurgia ambulatória de catarata ou glaucoma num hospital de Nova Iorque. Metade dos pacientes receberam umwalkman e auriculares para utilizar durante a cirurgia, podendo escolher a música que queriam ouvir, enquanto a outra metade não ouviu música durante a cirurgia. A pressão arterial foi medida antes da cirurgia (ambos os grupos apresentavam níveis de ansiedade elevados), e depois do início do procedimento, sendo que aqueles que ouviram música voltarem ao nível normal de pressão cinco minutos depois. Os que não escutaram música mantiveram níveis de pressão elevados durante toda a cirurgia.
  • Na unidade de cuidados intensivos de um hospital americano, os pacientes ligados a ventiladores e que escutavam música escolhida por eles estavam sempre muito mais relaxados que aqueles que não ouviam música e que, por sinal, tornaram-se cada vez mais tensos.
  • A Stanford University School of Medicine realizou um estudo que envolveu 20 pessoas a sofrer de depressão, com idades entre os 61 e os 86 anos. Durante 8 semanas, um dos grupos trabalhou com um musicoterapeuta, participando em sessões compostas por música e exercícios de relaxamento; o outro não participou em nenhuma destas sessões. No final, o primeiro grupo evidenciou melhorias significativas no seu estado de espírito e até na diminuição da própria depressão, enquanto o segundo grupo não demonstrou qualquer melhoria.
  • Várias empresas multinacionais utilizam a musicoterapia como auxílio no tratamento anti-stress de funcionários e executivos. Para além de criar um ambiente mais tranquilo e positivo, verificou-se um aumento na produtividade e no desempenho dos seus funcionários.

Acupunctura: alívio na ponta da agulha

Acupuntura

Peça chave da medicina tradicional chinesa, há mais de dois mil anos que a prática da acupunctura tem servido para aliviar ou até curar dores e doenças. Um tratamento alternativo que recorre à inserção de agulhas ultra-finas em zonas específicas do corpo, devolvendo ao organismo a energia que precisa para combater, de forma natural, os problemas de saúde.

O QUE É?

  • O conceito base da acupunctura está assente no fluir natural e saudável da energia do corpo. Existem centenas de pontos de acupunctura no corpo, todos unidos por cerca de uma dúzia de meridianos ou passagens, que conduzem a energia (ou “chi” como é designada pelos Chineses) entre a superfície do corpo e os seus órgãos internos. Adoecemos quando esta energia é bloqueada, sendo que a acupunctura serve para desbloquear os meridianos, ou seja, permite que a energia volte a fluir normalmente, diminui a dor e devolve o equilíbrio ao organismo.
  • Para além do “chi” ou “força de vida”, também os conceitos de “yin” e “yang” (extremos que se complementam) têm o seu papel nas terapias de acupunctura, ao ajudarem a determinar se o corpo está a sofrer por falta ou excesso de alguma coisa. No corpo humano tudo tem um equilíbrio saudável: as mulheres e os jovens são mais “yin”; enquanto os homens e os jovens são mais “yang”.

COMO FUNCIONA?

  • Como na medicina tradicional chinesa uma saúde de ferro resulta do balanço harmonioso entre o “yin”, o “yang” e o “chi”, uma consulta inicial determina o nível de energia de cada uma destas forças e ajuda a decidir quais os pontos de acupunctura que têm de ser estimulados de forma a promover um novo fluxo de energia e devolver ao organismo o seu equilíbrio natural. São nesses pontos que o acupunturista insere as agulhas.
  • A diferença entre a acupunctura e a medicina convencional é que esta redirecciona as energias do corpo para que o nosso próprio organismo tenha a capacidade de chegar à raiz do problema e de se curar a si próprio.
  • A medicina convencional reconhece os benefícios da acupunctura a vários níveis, principalmente, na sua capacidade de estimular os nervos, os músculos e os tecidos conjuntivos que, por sua vez, aumentam o fluxo sanguíneo e libertam endorfinas (que têm o poder de abrandar a dor, permitem que o corpo se auto-regule e promovem o bem estar físico e emocional).

INDICAÇÕES

  • A própria Organização Mundial de Saúde já reconheceu a acupunctura como uma terapia válida para o tratamento de uma grande variedade de problemas de sáude: perturbações gastro-intestinais (gastrites, úlceras, irritações do cólon, prisão de ventre, diarreia…); perturbações respiratórias (sinusite, rinite, bronquite, asma…); perturbações neurológicas (dores de cabeça, enxaquecas, paralisia facial…); perturbações oculares (conjuntivites, cataratas, miopia, retinite…); perturbações da boca/dentes (dores de dentes, pós-tratamentos dentários, gengivites, faringites…); perturbações ortopédicas (dores lombares, dores de pescoço, tendinites, artrite reumatóide…); perturbações urinárias, menstruais e de reprodução.
  • Para além de ser utilizada para combater situações isoladas de tensão,stress, depressão e ansiedade, a acupunctura está a ser cada vez mais associada ao alívio das náuseas provocadas pela quimioterapia, gravidez e anestesias gerais. Juntar a acupunctura à administração de medicamentos convencionais é uma prática que também tem vindo a crescer nos últimos anos.

A ESCOLHA DE UMA CLÍNICA E DE UM ACUPUNCTURISTA

Na hora de escolher um acupuncturista, faça-o como se estivesse a procurar um novo médico: peça recomendações à família e aos amigos, fale com o seu médico de clínica geral, visite a clínica que tem em mente para se familarizar com o acupuncturista, a sua formação e credenciais, assim como esclarecer todas as suas dúvidas.

A PRIMEIRA CONSULTA

A acupunctura é uma terapia extremamente personalizada, daí que a primeira consulta com o acupuncturista vai servir para conhecê-lo, por isso, esteja preparado para responder a perguntas sobre o seu historial médico, os problemas que o afectam no momento, estado emocional, tipo de personalidade, estilo de vida e hábitos alimentares. Para além desta informação, o acupuncturista vai observar a sua língua (grande indicador do seu estado de saúde geral), o seu tom de pele e examinar vários pontos do seu pulso para identificar os desequilíbrios presentes no seu organismo, assim como o actual movimento de “chi”.

O TRATAMENTO

Tendo em conta toda a informação obtida na primeira consulta, o acupuncturista faz o seu diagnóstico e define o tratamento a seguir, ou seja, é ele quem decide quais são os pontos de acupunctura a tratar e quantas agulhas vai utilizar, assim como a duração do tratamento. Por norma, não são utilizadas mais de 18 agulhas numa única sessão, uma vez que, nesta terapia, não é a quantidade que conta, antes a qualidade do diagnóstico, ou seja, da localização correcta dos pontos de acupunctura a tratar. Uma sessão demora cerca de 40 a 50 minutos, sendo que as agulhas permanecem no corpo entre 20 a 30 minutos, dependendo do caso em questão.

AS AGULHAS

  • Como o próprio nome indica, acupunctura deriva das palavras “acus” (agulha) e “punctura” (punção). Claro que para muitas pessoas a própria palavra “agulha” traz à mente imagens pouco agradáveis, no entanto, as agulhas da acupunctura nada têm a ver com as agulhas convencionais. De aço inoxidável, estas agulhas têm a espessura de um cabelo humano. Previamente esterilizadas, são descartáveis, ou seja, são utilizadas apenas uma vez.
  • O tratamento é feito com a pessoa deitada de barriga para baixo, de costas ou de lado, dependendo dos pontos de acupunctura escolhidos. De seguida, o acupuncturista insere as agulhas no corpo, numa profundidade que pode ir entre meio e três centímetros. A acupunctura é indolor e raramente provoca sangramento, induzindo antes um estado de relaxamento e de tranquilidade.
  • Apesar de a maior parte das pessoas não sentir nada depois da inserção das agulhas, é perfeitamente normal experimentar uma sensação de formigueiro, de dormência, de pressão ou até de calor. Se estas sensações se intensificarem ao ponto de se tornarem intoleráveis, avise de imediato o acupuncturista. O mesmo se aplica se se sentir a enfraquecer, com tonturas, náuseas, dificuldades respiratórias ou com suores frios.
  • Após a inserção das agulhas, o acupuncturista pode aplicar movimentos suaves ou estimular as agulhas com calor ou electricidade. Depois de 20 ou 30 minutos, as agulhas são removidas, sem provocar qualquer dor. Porém, as peles mais sensíveis podem ficar com nódoas negras.

OS RESULTADOS

  • Os resultados variam de pessoa para pessoa: há quem se sinta extremamente cansado no final de uma sessão e há quem se sinta cheio de energia – a maioria sente-se muito relaxado. Há quem sinta resultados logo após a primeira sessão e há quem necessite de várias sessões (4 a 6) antes de sentir os resultados desejados.
  • Se efectuado correctamente, os efeitos secundários de um tratamento de acupunctura são praticamente inexistentes. No entanto, há quem diga que os seus sintomas iniciais se agravam após a primeira sessão ou que sentem alterações ao nível do apetite, sono, trânsito intestinal ou da urina. Estes são sinais de que a acunpunctura está a funcionar e desaparecem num curto espaço de tempo.
  • E porque cada caso é um caso, os tratamentos prescritos podem aconselhar entre 2 e 5 sessões para problemas agudos; e 10 ou mais sessões para problemas crónicos.

CONTRA-INDICAÇÕES

Para evitar infecções ou problemas de sangramento, a acunpunctura não deve ser realizada por diabéticos, por pessoas com uma contagem baixa de glóbulos brancos e por doentes que tomam medicamentos anticoagulantes. Deve informar o acupuncturista se tiver um pacemaker ou outro tipo de equipamento implantado; ou se estiver grávida (existem certos pontos do corpo que não podem ser estimulados durante a gravidez sem correr o risco de provocar contracções, um parto prematuro ou até um aborto).

ACUPUNCTURA EM EUROS

Uma primeira consulta de acupunctura pode situar-se entre os €60 e os €70, um valor que é reduzido para metade nas consultas seguintes, assim como para cada sessão do tratamento aconselhado.