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domingo, 12 de agosto de 2012

Receitas para domingo 12.08.2012

Domingo - 12  de Agosto


Pataniscas de Salmão e Camarão




Ingredientes:Para 4 pessoas

  • 1/2 bolbo de funcho em bocadinhos
  • 1 alho francês médio em bocadinhos
  • 1 pimento verde em bocadinhos
  • 2 dentes de alho
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 pitada de colorau
  • 175 g de salmão em bocadinhos
  • 100 g de bacalhau em bocadinhos
  • 75 g de camarões cozidos
  • 115 g/ 1 chávena de farinha
  • 6 ovos batidos
  • 3,5-4,75 dl de leite
  • 1 colher de sopa de manjericão picado
  • 4-6 colheres de sopa de óleo para untar
  • sal
  • pimenta preta
  • iogurte para servir
Confecção:

Deite o aipo, o alho francês, o pimento e os alhos no robô multiusos e accione para picar tudo finamente.
Derreta a manteiga numa frigideira até fazer espuma.
Introduza a mistura de vegetais e colorau.
Tempere com sal e pimenta.
Coza sobre lume brando, 8-10 minutos, até estar macio.
Retire do calor e reserve.
Deite o salmão, o bacalhau e os camarões no robô multiusos e accione por impulsos, limpando as paredes da taça, com uma espátula, até ter a mistura grosseiramente picada.
Deite numa tigela grande e reserve.
Peneire a farinha para uma tigela e faça uma cova no meio.
Junte a pouco e pouco e mexendo sempre, os ovos batidos, alternadamente com 3,5 dl de leite, até ter uma massa macia.
Se for necessário, passe a massa por um passador para retirar eventuais grumos.
Junte a mistura de vegetais e de peixes à massa, bem como o manjericão.
Se a massa estiver muito espessa, junte m pouco mais de leite.
Unte ligeiramente uma frigideira lisa ou de grelhados antiaderente e aqueça sobre lume médio.
Deite colheradas da massa na frigideira.
Deixe as pataniscas cozer 2-3 minutos até os bordos começarem a alourar.
Vire e deixe cozer mais 2-3 minutos.
Mantenha-as quentes enquanto prepara as restantes.
Sirva quentes, com o iogurte.

*Para intensificar o sabor do salmão dos fritos, aumente a quantidade de salmão para 425 g e omita o bacalhau e os camarões.
Substitua o manjericão por endro.



Massa Preta com Vieiras



Ingredientes:Para 4 pessoas

  • 1,2 dl de natas
  • 2 colheres de chá de mostarda integral
  • 2 dentes de alho esmagados
  • 3 colheres de sopa de sumo de lima
  • 4 colheres de sopa de salsa picada
  • 2 colheres de sopa de cebolinho em bocados
  • 350 g de tagliatelle preta
  • 12 vieiras congeladas
  • 4 colheres de sopa de vinho branco
  • 1,5 dl de caldo de peixe
  • sal
  • pimenta preta do moinho
  • gomos de lima e raminhos de salsa, para enfeitar
Confecção:

Prepare o molho tártaro misturando as natas, a mostarda, o alho, o sumo de lima, ar ervas, sal e pimenta.
Coza a massa «al dente» em água abundante a ferver temperada com sal.
Escorra bem.
Corte as vieiras ao meio horizontalmente conservando os corais inteiros.
Deite o vinho e o caldo num tacho e deixe levantar fervura.
Introduza as vieiras e deixe cozer muito suavemente 3-4 minutos (não mais pois as vieiras tornam-se rijas).
Retire as vieiras.
Ferva o líquido da cozedura até reduzir para metade.
Junte o molho tártaro (verde).
Deixe aquecer e volte a introduzir as vieiras no molho.
Deite sobre a massa e enfeite com gomos de lima e raminhos de salsa.


Asas de Frango com Arroz de Alho

Ingredientes:Para 4 pessoas
  • 1 cebola grande picada
  • 2 dentes de alho esmagados
  • 2 colheres de sopa de óleo girassol
  • 175 g de arroz patna ou basmati ou agulha
  • 3,5 dl de caldo de galinha bem quente
  • 2 colheres de chá de raspa da casca de limão
  • 2 colheres e sopa de mistura de ervas aromáticas picadas
  • 8 ou 12 asas de frango
  • 50 g de farinha
  • sal
  • pimenta preta do moinho
  • hastes de coentros, para enfeitar
Confecção:

Aqueça o forno a 200º C/Gás 6.
Aloure a cebola e o alho numa caçarola que possa ir ao forno.
Junte o arroz

 e mexa para o envolver na gordura.
Regue com o caldo, junte a raspa de limão e as ervas e deixe levantar fervura.
Tape e introduza no centro do forno 40-50 minutos.
Mexa o arroz uma ou duas vezes durante a cozedura.
Entretanto, enxugue bem as asas de frango.
Tempere a farinha com sal e pimenta.
Use esta farinha para envolver as asas.
Sacuda o excesso.
Disponha as  asas de frango num tabuleiro pequeno e coloque-o na prateleira superior do forno 30-40 minutos, virando-as, até estarem estaladiças e bem douradas.
Sirva tudo enfeitado com coentros e acompanhe com molho de tomate e alguns vegetais.

*As asas de frango, quando bem cozinhadas e tenras, são não só uma agradável surpresa como proporcionam uma refeição barata.


Salada de rúcula com morango
Salada de rúcula com morango
Tipo de receita: Entrada 

Número de doses: 5 

Tempo de Preparação: 10 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 10 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
1/2 maço de rúcula
2 tomates médios, sem sementes, cortados em cubos
18 morangos cortados ao meio
100 g de queijo mussarela ralado
Molho para salada balsâmico
Preparação:

Em uma saladeira, disponha a rúcula, os tomates, o morango, e a mussarela.
Sirva com o molho para salada balsâmico. 

Gratinado de abobrinha e palmito

 
Gratinado de abobrinha e palmito
Tipo de receita: Prato Principal 

Número de doses: 8 

Tempo de Preparação: 10 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 25 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil 



Ingredientes:

2 colheres (sopa) de margarina
2 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 e 1/2 litro de leite
1 pitada de noz moscada
1 lata de creme de leite
2 abobrinhas cortadas em rodelas grossas
500g de palmito cortado em rodelas
50g de queijo parmesão ralado
 Preparação:

etapa 1
Em uma panela, aqueça a margarina e doure o alho
Dissolva a farinha de trigo em um pouco do leite e acrescente à panela
Sem parar de mexer, acrescente aos poucos o restante do leite e cozinhe até engrossar
Junte a noz moscada e o creme de leite
Desligue o fogo e deixe esfriar um pouco 

etapa 2
Em um refratário levemente untado, distribua a abobrinha e o palmito
Cubra com o creme, polvilhe o queijo e leve ao forno preaquecido a 220º durante 20 minutos ou até dourar. 


Bolo de Chocolate Recheado com Morangos e Chantilly
Bolo de Chocolate Recheado com Morangos e Chantilly
Ingredientes:

Para o bolo
  • 125 g de açúcar
  • 3 ovos
  • 90 g de farinha de trigo
  • 2 colheres de sopa cheias de chocolate em pó
Para o recheio
  • 200 ml de natas  
  • 3 colheres de sopa de açúcar em pó
Para a decoração
  • 200 ml de natas 
  • 3 colheres de sopa de açúcar em pó
  • 2 colheres de sopa de licor de morango
  • 250 g de morangos
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • espirais de chocolate q.b.
  • amoras q.b. (fac.)
Confecção:

Aqueça o forno a (190ºC).
Forre com papel vegetal e unte uma forma redonda com 23 cm de diâmetro.
Numa tigela, bata os ovos e o açúcar com a batedeira eléctrica até obter uma consistência espessa de mousse.
Peneire a farinha e o chocolate em pó e envolva-os bem com uma colher de pau ao preparado anterior.
Deite o preparado na forma e leve ao forno cerca de 25-30 minutos, até o bolo voltar quando levemente pressionado no centro.
Desenforme sobre uma grade de metal para arrefecer.
Lave e seque os morangos.
Retire o pedículo e corte-os em fatias finas.
Ponha os morangos numa tigela, polvilhe com o açúcar e o licor, e deixe a macerar durante 30 minutos.
Bata a 
Nata Parmalat com o açúcar em pó em chantilly.
Envolva os morangos escorridos ao chantilly.
Reserve o líquido.
Corte o bolo em duas camadas e borrife cada uma com o líquido dos morangos.
Coloque uma das camadas num prato de serviço e cubra com o chantilly de morangos.
Coloque a outra camada por cima.
Para a decoração: Bata a Nata Parmalat com o açúcar em pó em chantilly.
Cubra a parte de cima e os lados do bolo com o chantilly.
Cubra os lados com espirais de chocolate.
Coloque o chantilly restante num saco de confeitar com bico decorado e faça uma borda decorativa no bolo.
Disponha uma amora sobre o enfeite de chantilly.
Espirais de chocolate: 1 barra de chocolate grande, esta não deve estar nem muito fria nem muito quente.
Passe um descascador de batatas ao longo do lado mais comprido da barra, deixando as espirais caírem num prato.

Delícia de maracujá e chocolate

 
Delícia de Maracujá e Chocolate
Tipo de receita: Sobremesa 

Número de doses: 6 

Tempo de Preparação: 15 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 30 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil 



Ingredientes:

01 Lata de leite condensado
01 Lata de creme de leite
250ml de suco de Maracujá
01 Pac. de gelatina sem sabor
200g de biscoito de chocolate
01 Xíc. De leite
01 Maracujá inteiro
03 Col. Sopa de açúcar
 Preparação:

etapa 1
Coloque o creme de leite e o leite condensado, junto com o suco de maracujá no liquidificador e bata tudo muito bem 

etapa 2
Acrescente a gelatina dissolvida em 1/2 xíc
De água fervente e continue batendo um pouco mais. 

etapa 3
Umedeça com o leite os biscoitos e monte a sobremesa intercalando o creme de maracujá com os biscoitos de chocolate
Termine com o creme. 

etapa 4
Na panela em que derreteu a gelatina coloque a polpa do maracujá, o açúcar e 1/4 de xíc
D’água
Leve ao fogo até que ferva e fique bem transparente
Deixe esfriar um pouco, despeje sobre a sobremesa e leve a geladeira
Sirva bem gelado! 




sábado, 11 de agosto de 2012

Festa da radio Douro Sul Lamego- 2012


EM 2011 MAIS DE 20 MIL PESSOAS ESTIVERAM PRESENTES NA FESTA DA RÁDIO DOURO SUL!
ESTE ANO QUEREMOS QUE VOLTE A SER GRANDIOSA.PARA ISSO CONTAMOS CONSIGO!
DIA 4 SETEMBRO ÁS 21.30H EM LAMEGO.

ARTISTAS:

GABRIELL
MARIA LISBOA
LUIS MANUEL
SAÚL
CLAUDIA MADEIRA
PAULO PARADELA
BANDALUSA
FERNANDO CORREIA MARQUES
PAULA SOARES
4PLAYERZ
NÉMANUS
IRAN COSTA

PATROCÍNIOS:

KADAMÚSICA
ACRP DAVOS - SUIÇA
CAFÉ PRIMAVERA
HORÁCIO FUMEIROS
CAFÉ BAHIA 

"Sobremesa de Mousse de Maracujá com Gelatina"

Foto: Nesta tarde quente, começo por satisfazer um pedido de uma fã...

"Sobremesa de Mousse de Maracujá com Gelatina"

Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de de creme de leite
- 1 copo de suco de maracujá (sem açúcar)
- 1 pacote de gelatina sem sabor
- 1 lata de leite

 Fazer a gelatina. Quando estiver pronta, ainda quente, coloque no liquidificador e junte o restante dos ingredientes.
Bater na potência máxima por 2 ou 3 minutos.
Colocar numa forma e deixar no congelador até ficar bem consistente.

Agora é só se deliciar!
Se você quiser incrementar sua receita, pegue as sementes do maracujá e jogue por cima do mousse, isso dá uma ótima aprensentação para sua sobremesa

pode ser servido numa taça só, ou bem como é tacinha individual.

Fonte: http://www.sobremesas.net.br/sobremesa-de-mousse-de-maracuja-com-gelatina/
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de de creme de leite
- 1 copo de suco de maracujá (sem açúcar)
- 1 pacote de gelatina sem sabor
- 1 lata de leite

Fazer a gelatina. Quando estiver pronta, ainda quente, coloque no liquidificador e junte o restante dos ingredientes.
Bater na potência máxima por 2 ou 3 minutos.
Colocar numa forma e deixar no congelador até ficar bem consistente.

Agora é só se deliciar!
Se você quiser incrementar sua receita, pegue as sementes do maracujá e jogue por cima do mousse, isso dá uma ótima aprensentação para sua sobremesa

pode ser servido numa taça só, ou bem como é tacinha individual.

Fotos para hoje

Numa linda tarde passada em Lisboa

parte de uma linda paisagem de Meijinhos

Nesta fonte matei eu muitas vezes a cede

uma parte de Meijinhos

parte de Meijinhos

História para 11.08.2012


HÓSPEDES INDESEJÁVEIS


Depois do almoço, altura de menor movimento na
estalagem, o senhor Pestana, protegido pelo balcão da
entrada, lia tranquilamente o seu jornal. Às vezes
dormitava, o que não era de censurar. Se, nos respectivos
quartos, os hóspedes faziam a sua sesta, porque não havia
o hospedeiro de fazer o mesmo?
Foi numa ocasião destas que uma vozinha sobre o balcão
perguntou:
– Tem quartos livres?
O senhor Pestana levantou os olhos do jornal, mas não
viu ninguém. Debruçou-se do balcão e espreitou para o
outro lado, não fosse o cliente de baixa estatura. Nem
sombra. "Adormeci, foi o que foi, e já estava a sonhar com
mais hóspedes", pensou, resignadamente, o senhor
Pestana.

– Afinal, tem ou não tem quartos disponíveis? – voltou a
perguntar a vozinha, já com alguma impaciência.


Quem tem voz, tem corpo. Para não prolongar  o
mistério, vamos já esclarecer que o corpo desta voz tinha o
tamanho de uma pulga. Era efectivamente uma pulga  a
causadora da confusão.
– Pretende um quarto com vista para o lago?  –
perguntou o senhor Pestana, que não se perturbava por tão
pouco.
– A vista é o menos – respondeu a pulga. – Mas
queremos sossego.
– Queremos? – estranhou o senhor Pestana. – Quantas
são?
– Vinte e cinco, contando comigo. É um grupo de
excursionistas.
O senhor Pestana estava desolado. Não tinha quartos que
chegassem. Mas não quis perder a oportunidade:
– Se coubessem todas em três quartos...

A pulga aceitou a sugestão. Não tencionavam demorar-
-se muito. Duas noites, se tanto.
– Também precisamos de instalações para o nosso
transporte – lembrou a pulga. – Uma casota chega.
– Casota para a camioneta? – admirou-se o senhor
Pestana.
A pulga riu-se. Tinha um riso fininho, irritante esta
pulga.
– Nos nossos passeios, deslocamo-nos sempre de cão.
Temos um cão privativo e muito felpudo, que nós guiamos
para onde queremos.
O senhor Pestana começava a arrepender-se de ter dado
hospedagem aquelas pulgas presumidas.
Na manhã seguinte, mais se arrependeu. Vieram ter com
ele hóspedes antigos e respeitáveis queixar-se de que


tinham dormido mal, assaltados durante a noite por
cócegas e picadas esquisitas, inconvenientes. Estão  a
entender, não é verdade? Efectivamente, algumas
excursionistas tinham-se enganado no número do quarto...
O senhor Pestana, muito incomodado, foi ter com  a
responsável pela excursão:
– Desculpem, mas não podem continuar cá. Está em
jogo a reputação da minha estalagem.
As pulgas compreenderam a situação. Pagaram a conta e
chamaram o transporte privativo, para mudarem de poiso.
Quando foram fazer a contagem, eram vinte e oito.
O senhor Pestana preocupou-se:
– Como apareceram essas três a mais?
– Dizem que são inglesas – esclareceu a pulga chefe. –
Parece que as viram num fox-terrier, pêlo de arame, de um
"mister" qualquer. Agora querem acamaradar connosco.
Nós não nos importamos.

O senhor Pestana também não se importava. Desde que
deixassem a estalagem, era-lhe indiferente, mas pelo sim
pelo não, andou a espalhar insecticida por baixo das camas
de todos os quartos.
FIM







Vinhos de Lamego recebem prémios de concurso italiano internacional



O Forte de S. Julião da Barra, em Oeiras, acolheu o evento de consagração dos vinhos portugueses premiados no Concurso Internacional La Selezione del Sindaco, que decorreu em maio último, na cidade italiana de Lamezia Terme. Recorde-se que, no âmbito desta competição, foram distinguidos dois exemplares produzidos no concelho de Lamego: o Vinho do Porto Quinta das Lamelas Rosé (2010), do produtor José António Fonseca Augusto Guedes, arrecadou uma Medalha de Ouro, enquanto que o Vinho Moscatel do Douro (2010), do mesmo produtor, conquistou uma Medalha de Prata.
La Selezione del Sindaco é a única competição de vinhos internacional que permite a participação conjunta do produtor e do município de proveniência das produções e tem como elemento diferenciador a missão de valorizar estes néctares, fruto da tradição e de um território distinto. Por esta razão, Marina Valle, vereadora da Câmara Municipal de Lamego, participou na cerimónia de entrega de medalhas e diplomas aos vinhos vencedores, um evento que também contou com a presença de Isaltino Morais, autarca de Oeiras, e de Paulo Varanda, Presidente da Associação de Municípios Portugueses do Vinho.
A seguir a Itália, Portugal foi o país participante com o maior número de galardões e apresentou o melhor vinho a concurso – Conde de Oeiras, produzido pelo Município de Oeiras. Na edição deste ano, conseguiu que 40 vinhos fossem medalhados colocando-se deste modo na “vanguarda da qualidade” - 1 Grande Medalha de Ouro, 6 Medalhas de Ouro e 33 Medalhas de Prata -, repartidas por dezanove municípios também premiados: Lamego, Alenquer, Alpiarça, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Cartaxo, Gouveia, Loures, Mangualde, Melgaço, Montijo, Moura, Nelas, Oeiras, Palmela, Penalva do Castelo, Rio Maior e Tabuaço.

Receitas para sabado 11.08.2012

Sábado 11 de Agosto



Sopa de Couve-flor e Parmesão

Ingredientes:Para 6 pessoas
  • 1 couve-flor grande
  • 1,2 litros de caldo de galinha ou de legumes
  • 175 g de massa em laços (farfalle)
  • 1,5 dl de natas ou de leite
  • noz-moscada
  • 1 pitada de pimenta-de-caiena
  • 4 colheres de sopa de queijo parmesão, ralado
  • sal
  • pimenta preta de moinho
Para as tostas
  • 3-4 fatias de pão de forma seco
  • queijo parmesão ralado para polvilhar
  • 1/4 de colher de chá de paprika (ou colorau)
Confecção:
Retire as folhas e o talo central da couve-flor.
Separe a couve-flor em raminhos.
Leve o caldo a ferver e junte a couve-flor.
Deixe cozer suavemente 10 minutos ou até estar macia.
Retire a couve-flor com uma escumadeira e deite-a no robô multiusos.
Introduza a massa no caldo e deixe cozer 10 minutos.
Escorra e reserve.
Deite o líquido sobre a couve-flor e adicione as natas.
Tempere com noz-moscada e a pimenta-de-caiena e reduza a puré.
Depois passe a sopa por um passador de rede.
Junte a massa cozida.
Reaqueça a sopa e adicione o queijo parmesão.
Rectifique o tempero, se necessário.
Entretanto prepare as tostas.
Aqueça o forno a 180ºC/Gás 4.
Aloure o pão dos dois lados.
Rapidamente retire as crostas e corte as fatias ao meio na horizontal.
Polvilhe com o queijo e a paprika.
Coloque as fatias de pão no tabuleiro e leve ao forno entre 10-15 minutos ou até estarem uniformemente louras.
Sirva com a sopa.


Filetes de Cação Corados em Azeite e Alho com Migas de Feijão ManteigaAutoria do Chefe António Nobre
Ingredientes:Para 4 pessoas
  • 800 g de filetes de cação
  • sal fino q.b.
  • pimenta branca moída no momento q.b.
  • sumo de 2 limões
  • 4 dl de azeite virgem
  • 1 pão Alentejano
  • 100 g de feijão manteiga
  • 4 dentes de alho
  • 2 cebolinhas assadas
Confecção:
Coloque o feijão de molho de um dia para o outro em água com um pouco de sal.
No dia seguinte coza e reserve o feijão e o caldo.
Num tacho coloque um pouco de azeite com alhos picados, quando estiverem a ficar dourados acrescente fatias de pão sem côdea e regue com um pouco de caldo quente da cozedura do feijão.
Desfaça batendo com a ajuda de uma colher.
Envolva os feijões cozidos nas migas e mexa com a colher até começarem a descolar do tacho.
Rectifique o tempero.
Entretanto tempere os filetes de cação com sal fino, sumo de limão e pimenta.
Leve uma frigideira ao lume com azeite e alho esborrachado e core-os de ambos os lados.
Termine no forno a 170º durante 5 minutos.
Coloque as migas num prato, disponha os filetes corados por cima e regue com o próprio molho e a cebolinha cortada ao meio.

NOTA: Existe nos supermercados feijão já cozido de muito boa qualidade embora o resultado não seja o mesmo.




PRATO TÍPICO BRASILEIRO 

Feijoada branca
A atribuição da origem do maior património gastronómico do Brasil aos escravos não é comprovada


Lauro Lucchesi


O vai e vem dos navios lusitanos deixou rastros comuns pelos países por onde ancoraram; entre eles costumes, hábitos e práticas de culinária. Cumprir as rotas entre Portugal, África, América e Índia era uma aventura e a palavra de ordem para marujos e desbravadores que nela mergulhavam era única: sobrevivam em nome da expansão da Coroa. Resumindo: comparado à precária alimentação armazenada nas naus, colocar os pés em terras americanas ou africanas era uma festa. Banquete à vista. Comiam, de bom grado, o que encontravam ou era oferecido.

E foi um intenso troca-troca: milho, mandioca e pimenta da América para a África, quiabo e galinha de lá pra cá. De tal maneira que no jeito africano de temperar e cozinhar tal coisa chegou o jeito do nosso índio tratar e moquear também a mesma coisa. Tudo com mais isso e mais aquilo, levado daqui, trazido de lá, por mãos portuguesas.

A culinária africana e a ameríndia nunca foram excepcionais no apuro aromático. E foram os portugueses, com velhas técnicas mouras de cocção e preservação de alimentos e um farto farnel de especiarias à tiracolo, que tricotaram e disseminaram em suas colônias o primeiro lay out do que seria alguns dos principais pratos da gastronomia em cada uma delas.

Na brasileira, uma das maiores heranças é a feijoada, hoje uma instituição nacional e talvez o mais brasileiro dos sabores. É história pra boi dormir ou inglês ver a versão, romanceada por recentes historiadores sem pedigree na área gastronômica e sem nenhuma prova patrimonial — entenda-se documento — de que a feijoada surgiu dentro das senzalas quando negros escravos eram “brindados” por seus senhores ou feitores com sobras rejeitadas — ou partes menos nobres — de suínos. Não há muito espaço aqui para avançarmos o suficiente em tão cativante literatura. Renderá outra conversa, com certeza.

A origem técnica e cultural de nossa feijoada deve, sim, ser creditada a influências europeias. Portanto, por ora, holofotes em três pontos. Um: miúdos de bois, carneiros e cabras como rins, fígado, língua, miolos e tripas; pés, orelhas, rabo e toucinho de porcos e suas tripas, que serviam para embutidos feitos com sangue, para alheiras recheadas com resto de pães e outras carnes menos nobres, há séculos eram — e ainda são hoje — consideradas iguarias em Portugal; portanto, apreciadíssimas. Dois: entre o início do século 18 e fim do século 19 — época do auge da sociedade escravista — a escassez de alimentos primários como a carne verde era grande devido à monocultura e o precário manuseio da criação de animais. Eram raros ainda e os muitos que se tinha não significavam fartura. O abate era controlado e, do boi e do porco, por exemplo, só não se aproveitava o berro. Três: o escravo negro era a mão de obra principal, era a força produtiva e era caro. Não podiam, portanto, ser simplesmente tratados com restos.

FORÇAS. Como forças motrizes da economia recebiam refeições três vezes ao dia à base de milho — o angu de fubá — mandioca e vez ou outra o feijão preto; tudo cozido com muita água, um caldo temperado apenas com gordura e, olha lá, um tico de sal.

Este tema é um bom embate e uma conversa afiada entre especialistas, pois coloca no fogo a origem de um dos nossos maiores patrimônios culinários.

Não há o que discutir

Feijoada para nós brasileiros só existe uma, certo? Certo. Infeliz quem conteste em praça pública. No Rio, então, fecha o tempo. Mas qualquer tipo de feijão cozido com carnes, legumes e verduras é uma feijoada em seu conceito técnico. O cassoulet francês, feito com feijão branco e carnes de aves, prato clássico, é uma feijoada.

O nome feijão foi registrado em Portugal no século XIII. Portanto, já era conhecido 300 anos antes do descobrimento do Brasil. Nós colaboramos com o feijão preto. Natural da América do Sul e conhecido pelos tupinambás como “comanda”, era pouco apreciado pelos índios, que preferiam a mandioca. Mas, fácil de cultivar, rendoso e prestativo, caiu no gosto e nas panelas de nossos colonizadores.

A VERDADEIRA FEIJOADA

INGREDIENTES (para 6 pessoas)

500g de favas brancas (não encontrando, utilize o feijão branco);
200g de toucinho defumado ou bacom;
2 paios pequenos, 1 lingüiça portuguesa fumada e 1 farinheira (um embutido feito com carne de porco e migalhas de pão).
250g de lombo de porco defumado;
o mesmo tanto de costelinha de porco idem;
300g de carne seca, cortada em generosos nacos;
2 ou 3 rabinhos de porco, inteiros;
5 a 6 colheres de sopa de azeite português, autêntico;
3 cebolas brancas, médias, picadas sem muito critério;
4 dentes de alho, também picados;
2 tomates, sem pele e sem sementes, picados em cubos pequenos;
5, 6 ou 7 folhas de louro, inteiras e saudáveis;
Sálvia, manjerona e salsinha, tudo fresco, rasgadinho e picadinho à moda do freguês;
Sal, pimenta do reino e pimenta vermelha a gosto.

Para a cozinha então:

Primeiro eu deixo de molho, de véspera, em um bocado de água, as favas. Deixo de molho, também de véspera e em muita água, as carnes salgadas (os rabos e a carne seca). Troco algumas vezes a água. Antes de utilizar as carnes, passo-as duas ou três vezes em água fervente e, por último, deixo ambas, rabos e a carne seca, cozinhar em água com 4 ou 5 folhas de louro por aproximadamente 30 minutos. As lingüiças, o paio e as outras carnes defumadas (o lombo, o toucinho e as costelinhas) também afervento 2 ou 3 vezes, rapidinho, apenas para eliminar o ranço. Levo ao fogo baixo as favas em uma panela com bastante água. Cozinho as lentamente, sem pressa, sem tampar a panela.

Vai aí ao menos 1 hora. Quando necessário, acrescento mais água quente, literalmente, às favas. Procedo com delicadeza para não desmanchá-las.

Assim que cozidas, escorro um tanto da água (mas não toda) e reservo. Escolho uma panela para os finalmente: uma caçarola ou similar que p ermita manipular com folga os ingredientes. Levo a ao fogo brando com o azeite, a cebolas e o alho. Assim que as cebolas e o alho murcharem acrescento os tomates, o bacon (ou toucinho). Mexo e remexo com uma das minhas poderosas colheres de pau. Introduzo na caçarola a carne seca, os rabos de porco, o lombo, a costelinha e os embutidos. Mexo e remexo com atenção por 10 minutos.

Percebo então o sal para saber o quanto mais será necessário quando introduzir a fava ou o feijão. Dou-lhe, a gosto, pimenta do reino quebrada e pimenta vermelha, esta última, sem as sementes. Mais um minuto no fogo e então coloco a água que restou do cozimento das favas (+ ou - 200ml). Assim que ferver, agrego as favas, confiro novamente o sal, se necessário ajusto, e junto, por fim, as ervas restantes. Aguardo, em fogo baixo, mais dez minutos para que os temperos, as carnes e as favas se entendam e se apropriem, lá entre eles, seus aromas e sabores.

Sirva com arroz branco e couve cozida.


Delícia de maionese

 
Delícia de Maionese
Tipo de receita: Entrada 

Número de doses: 6 

Tempo de Preparação: 15 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 15 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil 

Ingredientes:

1 kg batata
1 cebola pequena a média
200 gr de cenoura
1 tomate
Para o creme de maionese:
2 ovos
azeite
2 colheres de sopa de suco de limão ou vinagre
sal
Preparação:

etapa 1
Cozinhe a batatas descascadas e com sal
Cozinhe as cenouras com sal e três colheres de chá de açucar, para acentuar o gosto da cenoura
Pique a cebola, o menor possível, as batatas, a cenoura e o tomate, misture tudo e reserve enquanto prepara a maionese 

etapa 2
Em um liquidificador, coloque os dois ovos crus, uma pitada de sal e outra de açúçar, duas colheres de sopa de limão ou vinagre e cubra as pás do liquidificar com azeite
Bater ligando e desligando por três a cinco vezes
Em seguida, ligue o liquidificador na velocidade mais alta e comece a adicionar o azeite sem parar até que forme uma pasta consistente
Isto é, o azeite não se misture a pasta formada
Misture a pasta de maionese aos ingredientes ainda mornos, deixe esfriar mais um pouco e leve a geladeira para que fique fria
É só servir

Informações adicionais

Se ainda desejar, poderá adicionar camarão, ficará mais deliciosa. 

Malfatti de espinafre

 
Malfatti de espinafre
Tipo de receita: Prato Principal 

Número de doses: 8 

Tempo de Preparação: 30 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 3 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil 



Ingredientes:

20 g de manteiga.
1/2 cebola média picada finamente.
300 gr de ricota fresca escorrida e ralada.
150 gr de espinafre cozido e picado.
50 g de parmesão.
1 ovo + 1 gema.
noz-moscada.
rapas de casca de 1/2 limão.
sal e pimenta a gosto
farinha de trigo para enfarinhar.
 Preparação:

etapa 1
Em uma tijela, combine a ricota, o espinafre, o parmesão, o ovo e gema batidos, a noz-moscada, sal, pimenta e as raspas de limão e misture tudo até alisar. 

Agregue aos poucos a fariha de trigo até a massa endurecer um pouco. Enfarinhe um superfície e forme as bolotinhas de malfatti. 

Leve os malfatti ao refrigerador por no mínimo 1 hora e, após cozinhe-os em água fervente.
Após cozidos, escorra e sirva-os com molho de tomates frescos.



Bolo Muito Bom

Ingredientes:
Para o bolo
  • 150 g de nozes raladas
  • 150 g de miolo de amêndoa ralada
  • 250 g de açúcar
  • 7 ovos
  • 3 paus de chocolate ralado
Para o recheio e cobertura
  • 5 gemas de ovos
  • 5 colheres de sopa de açúcar
  • 6 colheres de sopa de café bem forte
  • 1 colher de chá de farinha maizena
  • 150 g de manteiga sem sal
  • fios de ovos q.b.
Confecção:

Bolo: Bata o açúcar com as gemas muito bem.
Misture bem com uma colher de pau, o chocolate ralado, nozes e amêndoa.
Bata as claras em castelo firme e, envolva delicadamente ao preparado anterior.
Divida a massa por 2 formas redondas (lisas), bem untadas com manteiga e polvilhadas de farinha.
Leve ao forno, previamente aquecido (180ºC) cerca de 45 minutos + ou - (convém verificar se está cozido).
Depois de cozido, desenforme e deixe arrefecer.
O recheio: Misture bem numa caçarola os 4 primeiros ingredientes.
Leve ao lume mexendo sempre até engrossar.
Retire do lume e deixe arrefecer um pouco.
Junte a manteiga e bata muito bem.
Recheie um dos bolo com o creme, ponha o outro por cima e cubra todo o bolo com o restante creme.
Sirva decorado com fios de ovos.
Bolo caramelo de bananas
Bolo caramelo de bananas
Tipo de receita: Sobremesa 

Número de doses: 8 

Tempo de Preparação: 30 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 30 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil 



Ingredientes:

Caramelo:
1 xícara de açúcar
1/4 xícara de água
1/2 colher (chá) de suco de limão
3 bananas nanicas
Massa:
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
3/4 xícara de óleo de canola
4 ovos separados
1 xícara de suco de laranja
2 colheres (chá) de fermento em pó
 Preparação:

etapa 1
Prepare o caramelo colocando em uma pequena panela o açúcar, água e suco de limão
Leve ao fogo com a panela tampada e ferva por 3 minutos
Retire a tampa da panela e deixe a calda cozinhando até adquirir uma colocação dourada
Gire regularmente a panela para não queimar o caramelo
Retire imediatamente do fogo e despeje o caramelo em uma forma redonda para bolo de 30 cm sem furo no meio
Reserve 

etapa 2
Descasque as bananas e corte-as em fatias no sentido do comprimento
Arrume as bananas sobre o caramelo na fôrma
Coloque no liquidificador o suco de laranja, óleo, gemas açúcar e farinha de trigo e bata até obter um creme 

etapa 3
Bata as claras em neve em uma batedeira

Misture com uma colher de pau delicadamente as claras com a base da massa salpicando com o fermento em pó e misturando para que ele se incorpore à massa
Despeje na fôrma e leve ao forno médio por cerca de 1 hora
Teste com um palito para verificar que o bolo esta no ponto, o palito quando espetado no centro do bolo deve sair seco
Retire do forno e deixe repousar por 10 minutos
Vire o bolo ainda quente em um prato grande
Retire a fôrma e deixe esfriar completamente 



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Fotos para hoje

um dia lindo passado em Lisboa e a comer os prestigiados pasteis de belém

numa tarde de domingo passeando por Meijinhos encontrei este castanheiro cheio de flor

Uma lameira de centeio

uma lameira de centeio ja cegado e pronto a atar e depois malhar

uma cerejeira ainda cheia de cerejas em meijinhos

Bolo de cenoura II

Foto: Bolo de cenoura II

ingredientes
• 1/2 copo de óleo
• 3 cenouras médias raladas
• 4 ovos
• 2 copos de açúcar
• 2 1/2 copos de farinha de trigo
• 1 colher de sopa de fermento em pó

cobertura
• 1 colher de sopa de de manteiga
• 3 colheres de sopa de chocolate em pó ou achocolatado
• 1 copo de açúcar
• 1 colher de sopa de leite

modo de preparo
Unte uma assadeira de 22 cm e preaqueça o forno. Coloque a cenoura (cortadinha ou ralada), o óleo, o açúcar e os ovos no copo do liquidificador. Bata bem até desmanchar a cenoura. Em outro recipiente, peneire a farinha de trigo e o fermento em pó. Junte o conteúdo do liquidificador à farinha e mexa bem com uma colher de pau. Coloque na assadeira e leva ao forno por 40 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia limpo. Espere amornar, desenforme e coloque no prato de servir.

Preparar a calda é muito fácil: junte todos os ingredientes, exceto o leite. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre. Se você quiser a casquinha mais dura, acrescente 1 colher de sopa de leite. Caso queira mais mole, coloquei mais 2 colheres de leite. Dica: cubra o bolo com a calda imediatamente, pois ela endurece rápido.

Fonte: http://mariacarambola.wordpress.com/2009/11/15/bolo-de-cenoura/
ingredientes
• 1/2 copo de óleo
• 3 cenouras médias raladas
• 4 ovos
• 2 copos de açúcar
• 2 1/2 copos de farinha de trigo
• 1 colher de sopa de fermento em pó

cobertura
• 1 colher de sopa de de manteiga
• 3 colheres de sopa de chocolate em pó ou achocolatado
• 1 copo de açúcar
• 1 colher de sopa de leite

modo de preparo
Unte uma assadeira de 22 cm e preaqueça o forno. Coloque a cenoura (cortadinha ou ralada), o óleo, o açúcar e os ovos no copo do liquidificador. Bata bem até desmanchar a cenoura. Em outro recipiente, peneire a farinha de trigo e o fermento em pó. Junte o conteúdo do liquidificador à farinha e mexa bem com uma colher de pau. Coloque na assadeira e leva ao forno por 40 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia limpo. Espere amornar, desenforme e coloque no prato de servir.

Preparar a calda é muito fácil: junte todos os ingredientes, exceto o leite. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre. Se você quiser a casquinha mais dura, acrescente 1 colher de sopa de leite. Caso queira mais mole, coloquei mais 2 colheres de leite. Dica: cubra o bolo com a calda imediatamente, pois ela endurece rápido.

FILETES DE PEIXE COM MOLHO DE LARANJA E AÇAFRÃO

Foto: FILETES DE PEIXE COM MOLHO DE LARANJA E AÇAFRÃO

Ingredientes:
1/2 quilo de filetes de peixe,
1/2 colher (chá) de sal,
2 colheres (chá) de tomilho fresco picado,
1/2 chávena (chá) de leite desnatado,
1/2 chávena (chá) de sumo de laranja,
3 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL,
1/2 cebola pequena ralada,
1 colher (chá) e meia de amido de milho,
1/2 colher (chá) de açafrão.

Preparação:

1- Pré-aqueça o forno em temperatura média (180º C).
2- Numa tigela média, junte os filetes e tempere com metade do sal. Reserve.
3- Numa panela grande, coloque o leite, o tomilho e os filetes reservados. Cozinhe em lume médio, por 5 minutos ou até ferver. Com uma escumadeira retire os filetes e coloque numa travessa pirex ou similar. Reserve.
4- Coe o leite da cozedura do peixe, junte o sumo de laranja e complete com água até obter 1 chávena (chá) de líquido. Reserve.
5- Numa panela pequena, derreta o creme vegetal BECEL e refogue a cebola. Dissolva o amido de milho na mistura de leite reservada, coloque o restante do sal e o açafrão e misture ao refogado, mexendo sempre em lume médio, até ferver e engrossar. Despeje o molho sobre os filetes reservados e leve ao forno médio por 15 minutos. Sirva em seguida.
Bom Apetite!

Fonte - (www.lazerbeleza.com)
Ingredientes:
1/2 quilo de filetes de peixe,
1/2 colher (chá) de sal,
2 colheres (chá) de tomilho fresco picado,
1/2 chávena (chá) de leite desnatado,
1/2 chávena (chá) de sumo de laranja,
3 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL,
1/2 cebola pequena ralada,
1 colher (chá) e meia de amido de milho,
1/2 colher (chá) de açafrão.

Preparação:

1- Pré-aqueça o forno em temperatura média (180º C).
2- Numa tigela média, junte os filetes e tempere com metade do sal. Reserve.
3- Numa panela grande, coloque o leite, o tomilho e os filetes reservados. Cozinhe em lume médio, por 5 minutos ou até ferver. Com uma escumadeira retire os filetes e coloque numa travessa pirex ou similar. Reserve.
4- Coe o leite da cozedura do peixe, junte o sumo de laranja e complete com água até obter 1 chávena (chá) de líquido. Reserve.
5- Numa panela pequena, derreta o creme vegetal BECEL e refogue a cebola. Dissolva o amido de milho na mistura de leite reservada, coloque o restante do sal e o açafrão e misture ao refogado, mexendo sempre em lume médio, até ferver e engrossar. Despeje o molho sobre os filetes reservados e leve ao forno médio por 15 minutos. Sirva em seguida.
Bom Apetite!

Autarquia incentiva boas práticas ambientais em bairro social


As famílias que residem no bairro de habitação social da Quinta de Santo António estão hoje mais sensibilizadas para os problemas ambientais, sobretudo para a necessidade de garantir a preservação da zona envolvente onde moram, após terem integrado uma ação de sensibilização subordinada a esta temática, promovida pela Câmara Municipal de Lamego. Ministrada pelo técnico de ambiente Pedro Fragueiro, pela psicóloga Andrea Fonseca e pela técnica de serviço social Ana Botelho, a iniciativa propôs-se esclarecer todas as dúvidas sobre esta matéria.
Sob o lema “O meu ambiente – o meu bairro”, esta atividade registou uma “forte adesão, ficando também estipuladas novas ações relacionadas com a temática ambiental que envolvam a comunidade numa componente mais prática”. Alguns moradores do novo bairro social da cidade de Lamego já tinham anteriormente dado passos seguros no sentido de avançarem com a requalificação daquele espaço público. Aos poucos, cultivaram produtos hortícolas e flores nos terrenos situados nas traseiras do bloco de edifícios.
Desde outubro de 2011, a Câmara Municipal de Lamego tem desenvolvido diversas ações de sensibilização que decorrem nas próprias habitações tendo como destinatários os residentes do bairro da Quinta de Santo António, ocupado por 43 famílias carenciadas. Este plano visa “dotar e potencializar os moradores de instrumentos valorativos de competências pessoais, de modo a contribuir para a integração e interação social de todos os habitantes. As ações têm um carácter educativo, cultural, recreativo e social”.
Para além do acompanhamento social efetuado pelos técnicos da autarquia, a intervenção na habitação social tem passado pelo desenvolvimento de outras realizações para auxiliar as pessoas na adaptação às novas condições de vida e à adequada organização e apropriação do novo bairro. Esta intervenção tem produzido resultados positivos ao nível da eliminação de fatores de conflito entre vizinhos, a criação de atitudes de respeito e preservação do espaço habitado, estimulando os moradores para a correta utilização dos fogos e zonas comuns, e a promoção plena da cidadania de cada individuo. Além destes benefícios, ajuda ainda a combater a solidão e o isolamento, sobretudo de idosos, e promove a sociabilidade e a criação de laços comunitários.
Em breve, novas ações de sensibilização vão ter como destinatário a Quinta de Santo António.

Historia para 10.08.2012

O CÃO FAROL



Quem me contou esta história foi o senhor Tomé.
Passo-lhe a palavra:
"O meu cão Farol era um portento. Um faro que só ele!
Não há-de haver em todo o mundo e arredores um cão
caçador que se lhe compare.
Felpa de coelho que ele cheirasse, num rasgo de urzes,
era, daí a nada, mais um trangalhadanças preso ao meu
cinto. Sim, eu é que dava o tiro, mas o mérito todo da
caçada pertencia-lhe.
Às vezes, dava comigo a pensar se o caçador não seria
ele... Bem vistas as coisas, o Farol é que me levava atrás,
ele é que buscava, ele é que apanhava o rasto, ele é que
corria, ele é que levantava a caça. E eu sempre atrás. Dar o
tiro de remate não custava nada.


Quando eu via o coelho a fugir aos ziguezagues, gritava-
-lhe, a avisar:
– Pára, senão disparo.
Como nunca nenhum coelho parou ao meu mandado,
tive sempre de cumprir o prometido. Sem falhar um.
O Farol trazia-mo, depois, na boca, a babar-se de riso,
como quem me dá os parabéns pela pontaria, mas isso que
importância tinha, comparado com o esforço dele? Fazia-
-lhe uma esfregada na peitaça, sinal e festa de
agradecimento, que mais parecia pedido de desculpa por
tirar-lhe o coelho dos dentes.
Estou convencido que, mesmo sem festas, o Farol me
devolveria a caça. Ele era um mansarrão. Um
companheirão. Um cão.
Envelheceu como eu envelheci. Já nos ia faltando
genica para correr montados. Mas passei sempre as culpas
para mim:


– Sabes, Farol, o teu dono está um pitosga. Não acerta
nem numa perdiz no choco. Tremem-lhe as mãos.
Tremem-lhe as pernas e já não troca as pantufas pelas botas
de caçador.
Não era tanto assim, mas eu tinha de exagerar um
bocado.
– Por este andar, amigo Farol, vais ter de arranjar outro
dono que te leve à caça.
À maneira de resposta, o Farol poisava a cabeça nos
meus joelhos, como se quisesse dizer que já não estava em
idade de mudar de dono.
Na época da caça é que se enervava mais. Ouvia os
outros latirem lá fora, mais os estampidos das caçadeiras.


Talvez ainda lhe chegasse às narinas o cheiro a medo, que
vinha das luras, das moitas, do esconso das matas.
Nessas ocasiões, para entretê-lo, sabe o que é que eu
fazia? Sombras chinesas, no muro do quintal:
– Olha o coelho, Farol. Busca! – gritava-lhe.
Ele saltava. A sombra robusta do cão caçador cobria a
cabeça do coelho, que eu desenhara, à contraluz, com a
habilidade das minhas mãos. Desde criança que eu não
brincava a isto. Para o que me havia de dar, chegado  a
velho...
– Olha, agora, Farol, esta lebre. Corre!
E a lebre desaparecia, engolida pela sombra do Farol.
Dei-lhe as satisfações que podia. Só não estava na minha
mão prolongar-lhe a vida..."


O senhor Tomé, no fim do contar, enxugou uma lágrima.
Depois, ainda disse, enquanto fixava, tristemente, o muro
do quintal, caiado, muito branco, à luz do sol:
– De consolação fica-me a memória do belo cão que ele
foi.
A cabeça bonita de um cão perdigueiro recortou-se,
então, em sombras nítidas, na caliça do muro.
FIM